Apuração
Prefeito · 2008 · MDB

Delegado

Manoel Raimundo de Lima Rodrigues · nasceu em 1939

Delegado se candidatou em 2 eleições, de 2004 a 2008, e foi eleito em 1.

01

Centro, pelo partido

Pelo partidoMDB+0,07← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004MDB2008MDB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: prefeito, em 2004.

Sempre pelo MDB.

PrefeitoPartidoMDB200420062008
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2008, não eleito.

Declarou ao TSE em 2008: 69 anos, ensino médio. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2008
    Prefeito · Cutias (AP)
    MDB 15· centro
    não eleito760 votos, 26,9%
  2. 2004
    Prefeito · Cutias (AP)
    MDB 15· centro
    eleito904 votos, 38,7%

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2008, Delegado declarou R$ 4,9 mi em bens, em reais de hoje: 18 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Amapá.

R$ 4,9 mi
em bens declarados em 2008, em reais de setembro de 2026 (R$ 1.800.000 na declaração)

Declarou 18 vezes a mediana dos candidatos a prefeito no Amapá em 2008.

  • DelegadoR$ 4,9 mi
  • Mediana dos candidatosR$ 269,6 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 431,4 mil

Cada quadrado, R$ 200 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 4,9 mi. Toque numa parte para abrir.
Os 5 itens declarados em 2008, do maior ao menor
  1. Um terreno 500HCR$ 2,2 mi
    Bens rurais e animais
  2. Um terreno medindo 650HCR$ 1,3 mi
    Bens rurais e animais
  3. Uma propriedade residencial mista situada av.feliciano…R$ 539,3 mil
    Imóveis
  4. Uma propriedade em alvenaria situado avR$ 404,5 mil
    Imóveis
  5. Uma propriedade em alvenaria situado avR$ 404,5 mil
    Imóveis

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2004, Delegado declarou ao TSE R$ 21 mil em receitas, em reais de hoje.

2004 · Prefeito · Cutias (AP) · MDB · eleito

De onde veio

R$ 21,1 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado. Em reais de hoje.

Para onde foi

R$ 21,1 mil
O maior gasto foi com transporte: 49% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 21,1 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Eventos1 pessoas, não nomeadasR$ 8.14538,6%
  2. OutrosR$ 7433,5%

Quanto custou cada voto: prefeito, Cutias (AP), 2004

Delegado: R$ 23,4 por voto (mediana da disputa, R$ 23,4). O voto mais caro custou R$ 59; o mais barato, R$ 15,6.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2004, prefeito: 43 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.