Dede Diogo
José Diogo Pereira · nasceu em 1957
Dede Diogo se candidatou em 5 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em 1. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Os votos de 2016 foram anulados depois pela Justiça Eleitoral e não contam no resultado oficial de hoje.
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004.
Passou por 4 partidos: PSDB (2004), PSB (2008–2012), PDT (2016), PL (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2020, não eleito.
Declarou ao TSE em 2020: 62 anos, ensino médio, cor parda. A cor declarada mudou: branca em 2016, parda em 2020. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016Vereador · Ipaporanga (CE)PDT 12333· centro-esquerda· na urna, Dedé Diogovotos anulados pela Justiça Eleitoral
- 2012Vereador · Ipaporanga (CE)PSB 40333· centro-esquerda· na urna, Dedé Diogocandidatura não chegou à urna
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Dede Diogo declarou R$ 370,6 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2020, o total subiu R$ 17,7 mil acima da inflação.
Declarou perto da mediana dos candidatos a prefeito no Ceará em 2020.
- Dede DiogoR$ 370,6 mil
- Mediana dos candidatosR$ 335,9 mil
- Mediana dos eleitosR$ 442 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Os 4 itens declarados em 2020, do maior ao menor
- Prédio comercial na rua BR- 404R$ 287,3 milPrédio comercial
- Caminhonete chevrolet d -20 ano/modelo 1995/1996R$ 50,3 milOutros bens móveis
- Carro de passeio fiat uno mille ano/modelo 2009/2010R$ 21,5 milOutros bens móveis
- Motocicleta honda fan 150 cilindradas ano/modelo 2015R$ 11,5 milOutros bens móveis
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Dede Diogo declarou ao TSE R$ 154 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2020, para prefeito: R$ 97 mil, 73% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2020 · Prefeito · Ipaporanga (CE) · PL · não eleito
De onde veio
- Fundo partidárioTudo de Partido Liberal (Pl)R$ 70,8 mil73,2%
- Pessoas12 pessoas, não nomeadasR$ 22,5 mil23,3%
- Próprio bolsoR$ 3.3963,5%
Para onde foi
- Material impressoTudo de Tipografia Artegrafica LtdaR$ 21,2 mil30,1%
- Pessoal23 pessoas, não nomeadasR$ 17 mil24,1%
- OutrosTudo de Ballista Publicidade LtdaR$ 14,2 mil20,1%
- TransporteTudo de Manoel Tome LimaR$ 5.3277,6%
- EscritórioR$ 590,1%
Quanto custou cada voto: prefeito, Ipaporanga (CE), 2020
Dede Diogo: R$ 22,7 por voto (mediana da disputa, R$ 6,01). Quem venceu, Amaro Pereira, gastou R$ 6,01 por voto.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Dede Diogo. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Dede Diogo PLR$ 70 mil · 3.102 votosR$ 22,7
- Amaro Pereira PTR$ 26 mil · 4.362 votosR$ 6,01
Votos por real
- 2020, prefeito: 44 votos por R$ 1.000, 42% da mediana da disputa.
- 2008, prefeito: 67 votos por R$ 1.000, 1,6 vez a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 123 votos por R$ 1.000, 1,9 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.