Dedê
Valdeir do Nascimento · nasceu em 1967
Dedê disputou uma eleição, em 2016, para vereador (Tomar do Geru (SE)), pelo PODE: suplente.
Direita, pelo partido
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 49 anos, até o fundamental, motorista particular, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Dedê declarou R$ 32,5 mil em bens, em reais de hoje.
Mais da metade (51%) dos candidatos a vereador em Sergipe não declarou nenhum bem em 2016.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2016, Dedê declarou ao TSE R$ 1,2 mil em receitas, em reais de hoje.
2016 · Vereador · Tomar do Geru (SE) · PODE · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 48642,1%
- Outros candidatosR$ 40535,1%
- Próprio bolsoR$ 26222,8%
Para onde foi
- ServiçosR$ 56749,2%
- Rádio, TV e vídeoR$ 32428,1%
- Material impressoR$ 24321,1%
- EscritórioR$ 191,7%
Quanto custou cada voto: vereador, Tomar do Geru (SE), 2016
Mediana da disputa: R$ 11,3 por voto. Quem venceu, Renilson De Berro Grosso, gastou R$ 5,38 por voto. O voto mais caro custou R$ 32,7; o mais barato, R$ 5,38.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Cláudio Construções PC do BR$ 8,5 mil · 259 votosR$ 32,7
- Vanvã0 AVANTER$ 6,7 mil · 344 votosR$ 19,4
- Leide MDBR$ 12 mil · 657 votosR$ 18,2
- Cremilson Do Mst MOBILIZAR$ 3,4 mil · 247 votosR$ 13,9
- Zé Velames PSDR$ 4,1 mil · 336 votosR$ 12,3
- João Biscoitão CIDADANIAR$ 4 mil · 355 votosR$ 11,3
- Márcio De Corí AVANTER$ 6,3 mil · 576 votosR$ 10,9
- Jean Do Tabuleiro AGIRR$ 5 mil · 473 votosR$ 10,6
- Professora Edna SOLIDARIEDADER$ 4,9 mil · 532 votosR$ 9,16
- Finha Vereadora PSBR$ 6,3 mil · 697 votosR$ 9,06
- Renilson De Berro Grosso PSDR$ 3,1 mil · 575 votosR$ 5,38
Votos por real
- 2016, vereador: 102 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.