Apuração
Vereador · 2020 · PP

Marcio de Cori

Marcio Leonidio da Silva · nasceu em 1985

Marcio de Cori se candidatou em 4 eleições, de 2008 a 2020, e foi eleito em 3.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoPP+0,40← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2008AVANTE2012AVANTE2016AVANTE2020PP← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012, 2016 e 2020.

Passou por 2 partidos: AVANTE (2008–2016), PP (2020).

VereadorPartidoAVANTEPP2008201020122014201620182020
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, eleito.

Declarou ao TSE em 2020: 35 anos, até o fundamental, mecânico de manutenção, cor parda. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2020
    Vereador · Tomar do Geru (SE)
    PP 11115· direita
    eleito313 votos
  2. 2016
    Vereador · Tomar do Geru (SE)
    AVANTE 70980· centro-direita· na urna, Márcio de Corí
    eleito576 votos
  3. 2012
    Vereador · Tomar do Geru (SE)
    AVANTE 70980· centro-direita
    eleito799 votos
  4. 2008
    Vereador · Tomar do Geru (SE)
    AVANTE 70980· centro-direita
    suplente380 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2020, Marcio de Cori declarou R$ 258,6 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2020, o total subiu R$ 226,2 mil acima da inflação.

Cada quadrado, R$ 10 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 258,6 mil
em bens declarados em 2020, em reais de setembro de 2026 (R$ 180.000 na declaração)

Mais da metade (52%) dos candidatos a vereador em Sergipe não declarou nenhum bem em 2020.

Cada quadrado é 1% de R$ 258,6 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 4 campanhas com contas prestadas, Marcio de Cori declarou ao TSE R$ 27 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 15 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 500.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2020 · Vereador · Tomar do Geru (SE) · PP · eleito

De onde veio

R$ 2.010
30% veio de fundos públicos; 1 pessoa doou. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 2.010.
  1. Pessoas1 pessoas, não nomeadasR$ 1.41570,4%
  2. Outros candidatosTudo de Eleicao 2020 Pedro Silva Costa Filho PrefeitoR$ 59429,6%

Para onde foi

Nada declarado em 2020.

Quanto custou cada voto: vereador, Tomar do Geru (SE), 2020

Mediana da disputa: R$ 9,27 por voto. Quem venceu, Totinha, gastou R$ 2,91 por voto. O voto mais caro custou R$ 113; o mais barato, R$ 2,91.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2016, vereador: 91 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
  • 2012, vereador: 281 votos por R$ 1.000, 3,2 vezes a mediana da disputa.
  • 2008, vereador: 25 votos por R$ 1.000, 76% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.