Apuração
Vereador · 2016 · DEM

Deda do Divino

Roberto Cesar de Andrade Cordeiro · nasceu em 1981

Deda do Divino disputou uma eleição, em 2016, para vereador (Tumiritinga (MG)), pelo DEM: suplente.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoDEM+0,72← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

VereadorPartidoDEM2016
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.

Declarou ao TSE em 2016: 35 anos, ensino médio, motorista de veículos de transporte coletivo de passageiros, cor parda. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2016
    Vereador · Tumiritinga (MG)
    DEM 25608· direita
    suplente112 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2016, Deda do Divino declarou R$ 68,2 mil em bens, em reais de hoje: 2,3 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais.

R$ 68,2 mil
em bens declarados em 2016, em reais de setembro de 2026 (R$ 42.000 na declaração)

Declarou 2,3 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2016.

  • Deda do DivinoR$ 68,2 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 29,2 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 122,5 mil

Cada quadrado, R$ 5.000.

Cada quadrado é 1% de R$ 68,2 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2016, Deda do Divino declarou ao TSE R$ 14 mil em receitas, em reais de hoje.

2016 · Vereador · Tumiritinga (MG) · DEM · suplente

De onde veio

R$ 14,3 mil
0% veio de fundos públicos; 1 pessoa doou. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 14,3 mil.
  1. Próprio bolsoR$ 12,8 mil89,3%
  2. PessoasR$ 1.0887,6%
  3. Outros candidatosR$ 4453,1%

Para onde foi

R$ 14,3 mil
O maior gasto foi com pessoal: 51% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 14,3 mil.
  1. PessoalR$ 7.28650,9%
  2. Material impressoR$ 4.81733,7%
  3. TransporteR$ 1.4019,8%
  4. Rádio, TV e vídeoR$ 4863,4%
  5. ServiçosR$ 3242,3%

Quanto custou cada voto: vereador, Tumiritinga (MG), 2016

Deda Do Divino: R$ 128 por voto (mediana da disputa, R$ 128). Quem venceu, Ivani Do Sindicato, gastou R$ 49,3 por voto. O voto mais caro custou R$ 608; o mais barato, R$ 49,3.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Deda Do Divino. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Serginho Do Taxi PSCR$ 12 mil · 19 votosR$ 608
  • Ten. Amarildo SOLIDARIEDADER$ 13 mil · 47 votosR$ 285
  • Jose Raimundo MDBR$ 13 mil · 52 votosR$ 258
  • Zeido João Orico PDTR$ 12 mil · 58 votosR$ 206
  • Luzia Do Paulão DEMR$ 12 mil · 89 votosR$ 139
  • Leticia Do Ney Do Ônibus PTBR$ 15 mil · 105 votosR$ 139
  • Deda Do Divino DEMR$ 14 mil · 112 votosR$ 128
  • Advair MDBR$ 12 mil · 160 votosR$ 72,6
  • Mauricio Cabaça PTBR$ 13 mil · 189 votosR$ 71,1
  • Chico To PDTR$ 12 mil · 175 votosR$ 69,2
  • Sebastiao Nunes PDTR$ 12 mil · 183 votosR$ 65,6
  • Ivani Do Sindicato MDBR$ 14 mil · 293 votosR$ 49,3

Votos por real

  • 2016, vereador: 7,8 votos por R$ 1.000, 1,4 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.