Débora Liz
Débora Liz da Silva Sousa · nasceu em 1961
Débora Liz se candidatou em 2 eleições, de 2004 a 2008, e foi eleita em 1.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: prefeita, em 2004.
Sempre pelo PSDB.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeita, 2008, não eleita.
Declarou ao TSE em 2008: 47 anos, ensino médio, prefeito. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Débora Liz declarou ao TSE R$ 344 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2004, para prefeita: R$ 325 mil.
Campanha a campanha
2008 · Prefeita · Israelândia (GO) · PSDB · não eleita
De onde veio
Para onde foi
Quanto custou cada voto: prefeita, Israelândia (GO), 2008
Débora Liz: R$ 43,4 por voto (mediana da disputa, R$ 43,4). Quem venceu, Téo, gastou R$ 104 por voto.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Débora Liz. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Téo PTBR$ 198 mil · 1.898 votosR$ 104
- Débora Liz PSDBR$ 19 mil · 441 votosR$ 43,4
Votos por real
- 2008, prefeita: 23 votos por R$ 1.000, 1,4 vez a mediana da disputa.
- 2004, prefeita: 3,4 votos por R$ 1.000, 93% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.