Débora do Chinila
Débora de Oliveira Mota Santana · nasceu em 1984
Débora do Chinila se candidatou em 2 eleições, de 2012 a 2016, e foi eleita em 1.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereadora, em 2012.
Sempre pelo PSB.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereadora, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 32 anos, superior completo, servidor público municipal, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Débora do Chinila declarou R$ 29,3 mil em bens, em reais de hoje.
Declarou perto da mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2016.
- Débora do ChinilaR$ 29,3 mil
- Mediana dos candidatosR$ 23,6 mil
- Mediana dos eleitosR$ 137,8 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Os 4 itens declarados em 2016, do maior ao menor
- Saldo bradescoR$ 26,5 milCaderneta de poupança
- Consórcio hondaR$ 2.387Consórcio não contemplado
- Título santanderR$ 468Outros fundos
- Saldo conta corrente bradescoR$ 2Conta corrente no país
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Débora do Chinila declarou ao TSE R$ 23 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereadora: R$ 22 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereadora · Riolândia (SP) · PSB · suplente
De onde veio
- Outros candidatosR$ 65148,7%
- Próprio bolsoR$ 39529,5%
- PessoasR$ 29121,8%
Para onde foi
- Material impressoR$ 96372,6%
- ServiçosR$ 29122%
- TransporteR$ 715,4%
Quanto custou cada voto: vereadora, Riolândia (SP), 2016
Débora Do Chinila: R$ 7,99 por voto (mediana da disputa, R$ 25). Quem venceu, Mário Fidioca, gastou R$ 3,46 por voto. O voto mais caro custou R$ 172; o mais barato, R$ 3,46.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Débora Do Chinila. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Carla Junqueira PPR$ 7,4 mil · 43 votosR$ 172
- Prof. Dalto Costa PTBR$ 4,2 mil · 38 votosR$ 111
- Carlinho Da Loja PATRIOTAR$ 2,2 mil · 27 votosR$ 81,9
- Simone Tubarão DEMR$ 2,6 mil · 35 votosR$ 73,6
- Edmar Gomes PTR$ 2,1 mil · 61 votosR$ 34,1
- Dr Takeda DEMR$ 2,6 mil · 103 votosR$ 25
- Valter Mega PROSR$ 1,7 mil · 103 votosR$ 16,6
- Mauro Verdureiro PC do BR$ 1,6 mil · 105 votosR$ 15
- Clodoaldo PVR$ 1,4 mil · 159 votosR$ 8,59
- Débora Do Chinila PSBR$ 1,3 mil · 166 votosR$ 7,99
- Mário Fidioca PVR$ 1,3 mil · 368 votosR$ 3,46
Votos por real
- 2016, vereadora: 125 votos por R$ 1.000, 4 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereadora: 17 votos por R$ 1.000, 52% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.