De Borba
Lindomar de Borba · nasceu em 1962
De Borba se candidatou em 2 eleições, de 2002 a 2004, e foi eleito em nenhuma.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Sempre pelo PDT.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2004, suplente.
Declarou ao TSE em 2004: 41 anos, superior completo, servidor publico federal. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2004
- 2002Deputado federal · Rio Grande do SulPDT 1224· centro-esquerdasuplente8.405 votos; 89º mais votado de 197 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2002, De Borba teve 8.405 votos para deputado federal, 0,1% dos votos válidos do estado: 89º lugar entre 197 candidatos.
Recebeu votos em 315 cidades. São Leopoldo deu 25,7% deles; as 15 cidades que mais votaram, 62,4%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, De Borba declarou ao TSE R$ 75 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2002, para deputado federal: R$ 52 mil.
Campanha a campanha
2004 · Vereador · São Leopoldo (RS) · PDT · suplente
De onde veio
Para onde foi
- Material impressoR$ 12,7 mil55,9%
- EscritórioR$ 5.15422,7%
- TransporteR$ 2.47610,9%
- OutrosR$ 2.38510,5%
Quanto custou cada voto: vereador, São Leopoldo (RS), 2004
De Borba: R$ 35,7 por voto (mediana da disputa, R$ 19,9). Quem venceu, Nestor Schwertner, gastou R$ 12 por voto. O voto mais caro custou R$ 35,7; o mais barato, R$ 12.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: De Borba. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- De Borba PDTR$ 23 mil · 637 votosR$ 35,7
- Coronel Azeredo MDBR$ 45 mil · 1.327 votosR$ 34
- Laerte PDTR$ 33 mil · 1.109 votosR$ 29,9
- Germano MDBR$ 92 mil · 3.565 votosR$ 25,9
- Professor Paulo Prestes PTR$ 22 mil · 897 votosR$ 24,9
- Schuh PTR$ 42 mil · 1.862 votosR$ 22,7
- Dr Renato Ferreira PDTR$ 22 mil · 1.094 votosR$ 19,9
- Carlinhos Fleck PTR$ 39 mil · 2.174 votosR$ 18
- Professora Ana PTR$ 37 mil · 2.392 votosR$ 15,5
- Arthur Schmidt MDBR$ 23 mil · 1.514 votosR$ 15,4
- Genésio Monteiro PPR$ 31 mil · 2.152 votosR$ 14,6
- Nestor Schwertner PTR$ 36 mil · 3.038 votosR$ 12
Votos por real
- 2004, vereador: 28 votos por R$ 1.000, 20% da mediana da disputa.
- 2002, deputado federal: 160 votos por R$ 1.000, 85% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.