Apuração
Vereador · 2020 · DEM

Dão do Caminhão

João Luis Silva de Souza · nasceu em 1968

Dão do Caminhão se candidatou em 3 eleições, de 2012 a 2020, e foi eleito em 1.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoDEM+0,18← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2012PSB2016PSB2020DEM← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2016.

Passou por 2 partidos: PSB (2012–2016), DEM (2020).

VereadorPartidoPSBDEM20122014201620182020
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.

Declarou ao TSE em 2020: 52 anos, até o fundamental, cor preta. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2020
    Vereador · Tanguá (RJ)
    DEM 25014· direita
    suplente
  2. 2016
    Vereador · Tanguá (RJ)
    PSB 40014· centro-esquerda
    eleito453 votos
  3. 2012
    Vereador · Tanguá (RJ)
    PSB 40014· centro-esquerda
    suplente227 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Dinheiro de campanha

Em 3 campanhas com contas prestadas, Dão do Caminhão declarou ao TSE R$ 15 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 7,2 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 200.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2020 · Vereador · Tanguá (RJ) · DEM · suplente

De onde veio

R$ 3.476
0% veio de fundos públicos; 1 pessoa doou. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 3.476.
  1. Próprio bolsoR$ 2.12361,1%
  2. PessoasR$ 1.35338,9%

Para onde foi

R$ 3.476
O maior gasto foi com material impresso: 63% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 3.476.
  1. Material impressoR$ 2.20263,4%
  2. ServiçosR$ 1.27436,6%

Quanto custou cada voto: vereador, Tanguá (RJ), 2020

Mediana da disputa: R$ 115 por voto. Quem venceu, Aline Pereira, gastou R$ 22,6 por voto. O voto mais caro custou R$ 1.076; o mais barato, R$ 22,6.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Merinha Da Saúde PSLR$ 9,7 mil · 9 votosR$ 1.076
  • Jack Fotógrafa PSLR$ 9,9 mil · 23 votosR$ 431
  • Ciele Ribeiro PSLR$ 9,9 mil · 57 votosR$ 174
  • Marilene Pinheiro PLR$ 17 mil · 126 votosR$ 135
  • Antonio Pereira PSLR$ 11 mil · 83 votosR$ 131
  • Silvinha Irmã De Vaguinho PSLR$ 9,5 mil · 77 votosR$ 123
  • Doutor Emanuel PSLR$ 20 mil · 173 votosR$ 115
  • Renata Da Posse MDBR$ 11 mil · 248 votosR$ 45,7
  • Felipe Carvalho MDBR$ 11 mil · 312 votosR$ 34,1
  • Marcia Matos PSLR$ 13 mil · 494 votosR$ 25,4
  • Luciano Lucio PSDBR$ 9,8 mil · 418 votosR$ 23,4
  • Aline Pereira PPR$ 13 mil · 557 votosR$ 22,6

Votos por real

  • 2020, vereador: 15 votos por R$ 1.000, 84% da mediana da disputa.
  • 2016, vereador: 63 votos por R$ 1.000, 2,4 vezes a mediana da disputa.
  • 2012, vereador: 53 votos por R$ 1.000, 1,9 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.