Apuração
Deputado federal · 2014 · MDB

Daniel Kieling

Daniel Lima Kieling · nasceu em 1983

Daniel Kieling disputou uma eleição, em 2014, para deputado federal (Rio Grande do Sul), pelo MDB: suplente.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoMDB+0,23← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Dep. federalPartidoMDB2014
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado federal, 2014, suplente.

Declarou ao TSE em 2014: 31 anos, superior incompleto, servidor público federal, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2014
    Deputado federal · Rio Grande do Sul
    MDB 1530· centro-direita
    suplente6.634 votos; 91º mais votado de 308 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2014, Daniel Kieling teve 6.634 votos para deputado federal, 0,1% dos votos válidos do estado: 91º lugar entre 308 candidatos.

Recebeu votos em 236 cidades. Porto Alegre deu 10,1% deles; as 15 cidades que mais votaram, 61,2%.

6.634 votos
votos para deputado federal em 2014
Cada quadrado é 1% de 6.634 votos.
  1. Porto Alegre (RS)670 votos10,1%
  2. Vacaria (RS)485 votos7,3%
  3. Rio Grande (RS)466 votos7%
  4. Esmeralda (RS)350 votos5,3%
  5. Gramado (RS)342 votos5,2%
  6. Outras 221 cidades2.573 votos38,8%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2014, Daniel Kieling declarou R$ 100,6 mil em bens, em reais de hoje.

R$ 100,6 mil
em bens declarados em 2014, em reais de setembro de 2026 (R$ 51.900 na declaração)

Declarou perto da mediana dos candidatos a deputado federal no Rio Grande do Sul em 2014.

  • Daniel KielingR$ 100,6 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 92,8 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 1,6 mi

Cada quadrado, R$ 50 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 100,6 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2014, Daniel Kieling declarou ao TSE R$ 166 mil em receitas, em reais de hoje.

2014 · Deputado federal · Rio Grande do Sul · MDB · suplente

De onde veio

R$ 166,4 mil
0% veio de fundos públicos; 3 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 166,4 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Próprio bolsoR$ 33 mil19,8%
  2. PessoasR$ 7.6364,6%

Para onde foi

R$ 166,4 mil
O maior gasto foi com material impresso: 46% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 166,4 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Pessoal11 pessoas, não nomeadasR$ 27,6 mil16,6%

Quanto custou cada voto: deputado federal, Rio Grande do Sul, 2014

Mediana da disputa: R$ 25,3 por voto. Quem venceu, Giovani Feltes, gastou R$ 10,2 por voto. O voto mais caro custou R$ 73,9; o mais barato, R$ 10,2.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2014, deputado federal: 40 votos por R$ 1.000, 58% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.