Daniel Calegare
nasceu em 1984
Daniel Calegare disputou uma eleição, em 2016, para vereador (Dona Francisca (RS)), pelo MDB: suplente.
Centro-direita, pelo partido
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 32 anos, ensino médio, empresário, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Daniel Calegare declarou R$ 229,1 mil em bens, em reais de hoje: 3,1 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Sul.
Declarou 3,1 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2016.
- Daniel CalegareR$ 229,1 mil
- Mediana dos candidatosR$ 73,1 mil
- Mediana dos eleitosR$ 209,9 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2016, Daniel Calegare declarou ao TSE R$ 2,9 mil em receitas, em reais de hoje, 7,1% de dinheiro público.
2016 · Vereador · Dona Francisca (RS) · MDB · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 2.67292,9%
- Fundo partidárioR$ 2067,1%
Para onde foi
- TransporteR$ 1.13040,4%
- Rádio, TV e vídeoR$ 64823,2%
- ServiçosR$ 56720,3%
- Material impressoR$ 45216,2%
Quanto custou cada voto: vereador, Dona Francisca (RS), 2016
Daniel Calegare: R$ 45,1 por voto (mediana da disputa, R$ 24). Quem venceu, Trigao, gastou R$ 11,2 por voto. O voto mais caro custou R$ 95,2; o mais barato, R$ 11,2.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Daniel Calegare. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Fabio Vargas PDTR$ 3,2 mil · 34 votosR$ 95,2
- Leonete Bressa Missio PPR$ 2,5 mil · 46 votosR$ 55,3
- Eloi Sari PPR$ 4,4 mil · 91 votosR$ 48
- Daniel Calegare MDBR$ 2,8 mil · 62 votosR$ 45,1
- Maiquinho Raddatz PPR$ 3,1 mil · 96 votosR$ 32,4
- Carine MDBR$ 4,3 mil · 174 votosR$ 24,4
- Eliane Hoppe MDBR$ 4,5 mil · 187 votosR$ 24
- Joaozinho PPR$ 3 mil · 147 votosR$ 20,7
- Solange Vargas MDBR$ 3 mil · 154 votosR$ 19,6
- Bito PDTR$ 2,8 mil · 162 votosR$ 17
- Zoreia MDBR$ 3,4 mil · 209 votosR$ 16,4
- Trigao MDBR$ 2,6 mil · 227 votosR$ 11,2
Votos por real
- 2016, vereador: 22 votos por R$ 1.000, 46% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.