Daniel Caires
Daniel Pereira Caires · nasceu em 1974
Daniel Caires disputou uma eleição, em 2004, para prefeito (Cordeiros (BA)), pelo PSDB: não eleito.
Centro-direita, pelo partido
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2004, não eleito.
Declarou ao TSE em 2004: 30 anos, até o fundamental, motorista de veiculos de transporte de carga. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2004, Daniel Caires declarou ao TSE R$ 2 mil em receitas, em reais de hoje.
2004 · Prefeito · Cordeiros (BA) · PSDB · não eleito
De onde veio
Para onde foi
- Material impresso1 pessoas, não nomeadasR$ 97750%
- Escritório1 pessoas, não nomeadasR$ 97750%
Quanto custou cada voto: prefeito, Cordeiros (BA), 2004
Daniel Caires: R$ 17,8 por voto (mediana da disputa, R$ 17,8). Quem venceu, Djalma, gastou R$ 44,3 por voto. O voto mais caro custou R$ 44,3; o mais barato, R$ 10,1.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Daniel Caires. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Djalma PLR$ 114 mil · 2.580 votosR$ 44,3
- Daniel Caires PSDBR$ 2 mil · 110 votosR$ 17,8
- Eli Figueredo DEMR$ 15 mil · 1.534 votosR$ 10,1
Votos por real
- 2004, prefeito: 56 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.