Daniel Alves
Daniel Alves da Silva · nasceu em 1963
Daniel Alves se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em 3.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004, 2008 e 2020.
Passou por 2 partidos: PTB (2004–2008), PT (2012), PTB (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, eleito.
Declarou ao TSE em 2020: 57 anos, superior completo, servidor público estadual, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2012Vice-prefeito · Ribeira (SP)PT 13· centro-esquerdaNa chapa de Gidionichapa não eleita1.089 votos da chapa, 43,4%
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Daniel Alves declarou R$ 368,5 mil em bens, em reais de hoje: 21 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo. Entre 2008 e 2020, o total subiu R$ 236,3 mil acima da inflação.
Declarou 21 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2020.
- Daniel AlvesR$ 368,5 mil
- Mediana dos candidatosR$ 17,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 112,8 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Os 5 itens declarados em 2020, do maior ao menor
- BBR$ 201,1 milFundo de Curto Prazo
- Casa residencia rua nagib antonio 194 fundos ribeira SPR$ 129,3 milCasa
- Simples BBR$ 30,2 milRenda fixa (CDB, RDB e outros)
- Dinheiro em espedieR$ 7.182Dinheiro em espécie
- Poupança BBR$ 697Caderneta de poupança
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Daniel Alves declarou ao TSE R$ 23 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2004, para vereador: R$ 11 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Ribeira (SP) · PTB · eleito
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 1.27446,4%
- Pessoas1 pessoas, não nomeadasR$ 1.13241,2%
- Outros candidatosTudo de Eleicao 2020 Savio Dias Batista PrefeitoR$ 34012,4%
Para onde foi
- TransporteTudo de Caetano Manika LtdaR$ 28322,2%
Quanto custou cada voto: vereador, Ribeira (SP), 2020
Daniel Alves: R$ 5,98 por voto (mediana da disputa, R$ 8,85). Quem venceu, Márcio Do Orides, gastou R$ 1,02 por voto. O voto mais caro custou R$ 404; o mais barato, R$ 1,02.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Daniel Alves. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem gasto declarado.
Ver em tabela
- Josicrei Pereira PTBR$ 2,8 mil · 7 votosR$ 404
- Benildo PSDBR$ 4,2 mil · 134 votosR$ 31,7
- Jamilson Vidal PSDBR$ 495 · 16 votosR$ 31
- Giselle PSDBR$ 354 · 26 votosR$ 13,6
- Mirian PSDBR$ 142 · 13 votosR$ 10,9
- Decio Dos Antunes REPUBLICANOSR$ 283 · 32 votosR$ 8,85
- Daniel Alves PTBR$ 1,3 mil · 213 votosR$ 5,98
- Tiago Dos Cavalheiros REPUBLICANOSR$ 78 · 33 votosR$ 2,36
- Ivan Carioca REPUBLICANOSR$ 42 · 21 votosR$ 2,02
- Paulinha Da Saude PSDBR$ 91 · 56 votosR$ 1,62
- Márcio Do Orides DEMR$ 163 · 159 votosR$ 1,02
Votos por real
- 2020, vereador: 167 votos por R$ 1.000, 5,2 vezes a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 24 votos por R$ 1.000, 1,4 vez a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 17 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.