Apuração
Vereador · 2016 · MDB

Daniel

Daniel de Barros Carlos · nasceu em 1987

Daniel disputou uma eleição, em 2016, para vereador (Divinésia (MG)), pelo MDB: suplente.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoMDB+0,32← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

VereadorPartidoMDB2016
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.

Declarou ao TSE em 2016: 29 anos, ensino médio, estofador, cor parda. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2016
    Vereador · Divinésia (MG)
    MDB 15321· centro-direita
    suplente98 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2016, Daniel declarou R$ 37 mil em bens, em reais de hoje.

R$ 37 mil
em bens declarados em 2016, em reais de setembro de 2026 (R$ 22.750 na declaração)

Declarou perto da mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2016.

  • DanielR$ 37 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 29,2 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 122,5 mil

Cada quadrado, R$ 5.000.

Cada quadrado é 1% de R$ 37 mil. Toque numa parte para abrir.
Os 5 itens declarados em 2016, do maior ao menor
  1. Veiculo GM corsa 1R$ 16,2 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  2. Motocileta honda cg titanR$ 7.311
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  3. Motocicleta hondaR$ 4.874
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  4. Dinheiro em especieR$ 4.468
    Dinheiro em espécie
  5. Motocicleta honda cg titanR$ 4.062
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2016, Daniel declarou ao TSE R$ 2,8 mil em receitas, em reais de hoje.

2016 · Vereador · Divinésia (MG) · MDB · suplente

De onde veio

R$ 2.800
0% veio de fundos públicos. Em reais de hoje.

Para onde foi

R$ 2.800
O maior gasto foi com transporte: 63% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 2.800.
  1. TransporteR$ 1.77563,4%
  2. ServiçosR$ 81028,9%
  3. Material impressoR$ 2147,6%

Quanto custou cada voto: vereador, Divinésia (MG), 2016

Mediana da disputa: R$ 31,3 por voto. Quem venceu, Fabricio Januzzi, gastou R$ 12,1 por voto. O voto mais caro custou R$ 168; o mais barato, R$ 12,1.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Maria Magalhaes ( Mariinha ) MDBR$ 4,5 mil · 27 votosR$ 168
  • Côca MDBR$ 5,3 mil · 91 votosR$ 57,8
  • Marcelo PHSR$ 4,3 mil · 80 votosR$ 53,4
  • Ailson PSDBR$ 3,8 mil · 99 votosR$ 38,3
  • Samuel CIDADANIAR$ 6,3 mil · 182 votosR$ 34,6
  • Isaias MDBR$ 5,6 mil · 167 votosR$ 33,3
  • Marcos Matias PSDBR$ 3,5 mil · 111 votosR$ 31,3
  • Lucio Amorim PHSR$ 3,5 mil · 128 votosR$ 27,6
  • Roseli De Freitas PHSR$ 4 mil · 166 votosR$ 23,9
  • Romilda CIDADANIAR$ 4,5 mil · 206 votosR$ 21,8
  • Ronaldo Broa PTBR$ 4,7 mil · 307 votosR$ 15,3
  • Fabricio Januzzi PSDBR$ 3,7 mil · 306 votosR$ 12,1

Votos por real

  • 2016, vereador: 35 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.