Apuração
Vereador · 2008 · DEM

Dan

Weldan Matos Cabral · nasceu em 1972

Dan se candidatou em 3 eleições, de 2002 a 2008, e foi eleito em nenhuma.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoDEM+0,73← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2002DEM2004DEM2008DEM← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Sempre pelo DEM.

Dep. estadualVereadorPartidoDEM2002200420062008
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2008, suplente.

Declarou ao TSE em 2008: 35 anos, superior completo, veterinário. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2008
    Vereador · Bataguassu (MS)
    DEM 25801· direita
    suplente291 votos
  2. 2004
    Vereador · Bataguassu (MS)
    DEM 25801· direita
    suplente284 votos
  3. 2002
    Deputado estadual · Mato Grosso do Sul
    DEM 25801· direita
    suplente2.038 votos; 91º mais votado de 210 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2002, Dan teve 2.038 votos para deputado estadual, 0,2% dos votos válidos do estado: 91º lugar entre 210 candidatos.

Recebeu votos em 29 cidades. Bataguassu deu 65,2% deles; as 15 cidades que mais votaram, 98,8%.

2.038 votos
votos para deputado estadual em 2002
Cada quadrado é 1% de 2.038 votos.
  1. Bataguassu (MS)1.329 votos65,2%
  2. Anaurilândia (MS)179 votos8,8%
  3. Campo Grande (MS)105 votos5,2%
  4. Brasilândia (MS)74 votos3,6%
  5. Nova Andradina (MS)64 votos3,1%
  6. Outras 14 cidades25 votos1,2%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Dinheiro de campanha

Em 3 campanhas com contas prestadas, Dan declarou ao TSE R$ 88 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 58 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 2 mil.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2008 · Vereador · Bataguassu (MS) · DEM · suplente

De onde veio

R$ 57,8 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 9 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 57,8 mil.
  1. Próprio bolsoR$ 27,3 mil47,2%
  2. PessoasR$ 19,3 mil33,3%
  3. PartidoR$ 9.31216,1%
  4. Outros candidatosR$ 1.9443,4%

Para onde foi

R$ 57,8 mil
O maior gasto foi com outros: 53% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 57,8 mil.
  1. OutrosR$ 30,5 mil52,8%
  2. TransporteR$ 18,6 mil32,1%
  3. Material impressoR$ 5.6639,8%
  4. ServiçosR$ 2.2864%
  5. EscritórioR$ 7981,4%

Quanto custou cada voto: vereador, Bataguassu (MS), 2008

Dan: R$ 199 por voto (mediana da disputa, R$ 199). Quem venceu, César Martins, gastou R$ 107 por voto. O voto mais caro custou R$ 765; o mais barato, R$ 107.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Dan. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2008, vereador: 5 votos por R$ 1.000, 1,4 vez a mediana da disputa.
  • 2004, vereador: 48 votos por R$ 1.000, 1,6 vez a mediana da disputa.
  • 2002, deputado estadual: 86 votos por R$ 1.000, 2,2 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.