Dalto Sodré
Dalton Dario Sodre · nasceu em 1959
Dalto Sodré se candidatou em 5 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em 1.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004.
Sempre pelo MDB.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 61 anos, até o fundamental, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Dalto Sodré declarou R$ 76,9 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2020, o total caiu R$ 157,7 mil, já descontada a inflação.
Declarou perto da mediana dos candidatos a vereador em Santa Catarina em 2020.
- Dalto SodréR$ 76,9 mil
- Mediana dos candidatosR$ 84,8 mil
- Mediana dos eleitosR$ 238,5 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Dalto Sodré declarou ao TSE R$ 103 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 40 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Biguaçu (SC) · MDB · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 3.23875,6%
- Outros candidatosR$ 1.04424,4%
Para onde foi
- Material impressoR$ 3.36878,6%
- TransporteR$ 76117,8%
- ServiçosR$ 1543,6%
Quanto custou cada voto: vereador, Biguaçu (SC), 2016
Mediana da disputa: R$ 128 por voto. Quem venceu, Angelo, gastou R$ 35,7 por voto. O voto mais caro custou R$ 725; o mais barato, R$ 35,7.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Silvana Nau MDBR$ 46 mil · 64 votosR$ 725
- Sergio Reis PSDBR$ 190 mil · 315 votosR$ 604
- Maria Luiza Casa Da Esperança MDBR$ 103 mil · 178 votosR$ 576
- Edesio Santos MDBR$ 48 mil · 134 votosR$ 358
- Raffael Machado PSDBR$ 50 mil · 164 votosR$ 308
- Simas PSDBR$ 99 mil · 340 votosR$ 292
- Nino MDBR$ 103 mil · 807 votosR$ 128
- Magali Enfermeira MDBR$ 98 mil · 890 votosR$ 110
- Marconi DEMR$ 93 mil · 961 votosR$ 96,6
- Douglas Borba PPR$ 89 mil · 1.313 votosR$ 67,5
- Manoel Jose De Andrade(Maneca) MDBR$ 61 mil · 953 votosR$ 63,8
- Angelo PSDR$ 47 mil · 1.304 votosR$ 35,7
Votos por real
- 2016, vereador: 66 votos por R$ 1.000, 2,1 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 6,9 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
- 2008, vereador: 17 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
- 2004, vereador: 35 votos por R$ 1.000, 71% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.