Dalton Bispo
Dalton Geraldo Bispo Torres · nasceu em 1964
Dalton Bispo se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em 2.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004 e 2008.
Passou por 2 partidos: DEM (2004–2012), PSDB (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 56 anos, ensino médio, cor preta. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Dalton Bispo declarou R$ 557,3 mil em bens, em reais de hoje: 26 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Entre 2012 e 2020, o total subiu R$ 305,4 mil acima da inflação.
Declarou 26 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2020.
- Dalton BispoR$ 557,3 mil
- Mediana dos candidatosR$ 21,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 96,2 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Os 6 itens declarados em 2020, do maior ao menor
- na Av. Newlton Gonçalves PereiraR$ 158 milCasa
- Fazenda PoçõesR$ 129,3 milTerreno rural
- Na Av. Newlton Gonçalves PereiraR$ 122,1 milCasa
- na Rua Melo VianaR$ 122,1 milCasa
- Siena Fiat 2008/2009R$ 14,4 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Emplemento Agrícula Trator Ford 6600R$ 11,5 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Dalton Bispo declarou ao TSE R$ 11 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2020, para vereador: R$ 6,8 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · São Romão (MG) · PSDB · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 5.16575,7%
- Próprio bolsoR$ 1.44421,2%
- Outros candidatosR$ 2123,1%
Para onde foi
- PessoalR$ 6.16599,7%
- EscritórioR$ 200,3%
Quanto custou cada voto: vereador, São Romão (MG), 2020
Dalton Bispo: R$ 58,9 por voto (mediana da disputa, R$ 43,4). Quem venceu, Valter Barroso, gastou R$ 8,79 por voto. O voto mais caro custou R$ 387; o mais barato, R$ 8,79.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Dalton Bispo. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Sônia De Peninha PSDBR$ 8,5 mil · 22 votosR$ 387
- Cida Do Salão PSDBR$ 5 mil · 17 votosR$ 293
- Dayson Araujo SOLIDARIEDADER$ 9,2 mil · 43 votosR$ 215
- Antônio José Pona PSDBR$ 7,8 mil · 67 votosR$ 117
- Berruga PSDBR$ 6 mil · 70 votosR$ 86,2
- Dalton Bispo PSDBR$ 6,2 mil · 105 votosR$ 58,9
- Carlim Do Varejão PC do BR$ 7,1 mil · 163 votosR$ 43,4
- Pedro Simões SOLIDARIEDADER$ 7,3 mil · 306 votosR$ 24
- Lilian Do Sindicato SOLIDARIEDADER$ 2,8 mil · 225 votosR$ 12,2
- Yves Caciquinho SOLIDARIEDADER$ 2,5 mil · 266 votosR$ 9,47
- Ze De Santim PSCR$ 1,7 mil · 179 votosR$ 9,41
- Valter Barroso PSDBR$ 1,8 mil · 202 votosR$ 8,79
Votos por real
- 2020, vereador: 17 votos por R$ 1.000, 27% da mediana da disputa.
- 2012, vereador: 106 votos por R$ 1.000, 2,8 vezes a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 37 votos por R$ 1.000, 1,8 vez a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 182 votos por R$ 1.000, 2,5 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.