Dalmo Magalhaes
nasceu em 1962
Dalmo Magalhaes disputou uma eleição, em 2012, para vereador (Piedade de Ponte Nova (MG)), pelo AGIR: não eleito.
Direita, pelo partido
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, não eleito.
Declarou ao TSE em 2012: 49 anos, ensino médio, motorista de veículos de transporte de carga. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2012
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2012, Dalmo Magalhaes declarou R$ 6.574 em bens, em reais de hoje.
Declarou 20% da mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2012.
- Dalmo MagalhaesR$ 6.574
- Mediana dos candidatosR$ 32,9 mil
- Mediana dos eleitosR$ 129,3 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2012, Dalmo Magalhaes declarou ao TSE R$ 1,1 mil em receitas, em reais de hoje.
2012 · Vereador · Piedade de Ponte Nova (MG) · AGIR · não eleito
De onde veio
Para onde foi
- TransporteR$ 84979,7%
- ServiçosR$ 21720,3%
Quanto custou cada voto: vereador, Piedade de Ponte Nova (MG), 2012
Mediana da disputa: R$ 27,2 por voto. Quem venceu, Osmar Do Ônibus, gastou R$ 21,7 por voto. O voto mais caro custou R$ 90,4; o mais barato, R$ 18,1.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Joãozinho Martins REPUBLICANOSR$ 2,1 mil · 23 votosR$ 90,4
- Gustavo Silva PSDBR$ 1,3 mil · 21 votosR$ 63
- Jurandir Leiteiro CIDADANIAR$ 2,5 mil · 57 votosR$ 44,5
- Patrícia Ferraz PRTBR$ 2,7 mil · 62 votosR$ 43,7
- Nivaldo Brum PSCR$ 3,4 mil · 100 votosR$ 33,7
- João Bosco Feitor CIDADANIAR$ 1,7 mil · 58 votosR$ 28,5
- Flavinho PLR$ 2 mil · 75 votosR$ 27,2
- Darlan PVR$ 1,7 mil · 69 votosR$ 25,1
- Rodolfo PVR$ 4,1 mil · 163 votosR$ 24,9
- Lindomar Urbano PSCR$ 1,4 mil · 56 votosR$ 24,3
- Osmar Do Ônibus CIDADANIAR$ 2,5 mil · 115 votosR$ 21,7
- Gilberto Enfermeiro PLR$ 1,3 mil · 71 votosR$ 18,1
Votos por real
- 2012, vereador: 62 votos por R$ 1.000, 3,3 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.