Patricia Ferraz
Patricia Afonsina Ferraz Martins · nasceu em 1971
Patricia Ferraz se candidatou em 2 eleições, de 2012 a 2016, e foi eleita em 1.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereadora, em 2012.
Sempre pelo PRTB.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereadora, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 45 anos, ensino médio, vereador, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Patricia Ferraz declarou R$ 40,6 mil em bens, em reais de hoje.
Declarou perto da mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2016.
- Patricia FerrazR$ 40,6 mil
- Mediana dos candidatosR$ 29,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 122,5 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Patricia Ferraz declarou ao TSE R$ 3,2 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereadora: R$ 2,7 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereadora · Piedade de Ponte Nova (MG) · PRTB · suplente
De onde veio
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereadora, Piedade de Ponte Nova (MG), 2016
Mediana da disputa: R$ 15,8 por voto. Quem venceu, Toninho Brum, gastou R$ 5,30 por voto. O voto mais caro custou R$ 79,6; o mais barato, R$ 5,30.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Jurandir Leiteiro CIDADANIAR$ 4,8 mil · 60 votosR$ 79,6
- Orlene De Dedê PDTR$ 2,6 mil · 81 votosR$ 31,6
- Tato PTR$ 631 · 20 votosR$ 31,6
- Helinho Da Brevidade AVANTER$ 570 · 25 votosR$ 22,8
- Gilberto Enfermeiro PSDBR$ 2,3 mil · 118 votosR$ 19,6
- Diego De Bené AVANTER$ 570 · 30 votosR$ 19
- Joãozinho De Joao De Zita PLR$ 1,6 mil · 104 votosR$ 15,8
- Ednaldo AVANTER$ 538 · 35 votosR$ 15,4
- Ireni PDTR$ 975 · 95 votosR$ 10,3
- Claudia De Ricardo PSDBR$ 664 · 88 votosR$ 7,54
- Rodolfo PVR$ 842 · 118 votosR$ 7,14
- Toninho Brum PTBR$ 683 · 129 votosR$ 5,30
Votos por real
- 2016, vereadora: 85 votos por R$ 1.000, 5,2 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereadora: 23 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.