Dalmo
Dalmo Lopes de Siqueira · nasceu em 1986
Dalmo se candidatou em 3 eleições, de 2008 a 2016, e foi eleito em 1.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012.
Sempre pelo DEM.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 30 anos, até o fundamental, empresário, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Dalmo declarou R$ 183,6 mil em bens, em reais de hoje: 6,3 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Entre 2008 e 2016, o total subiu R$ 113,5 mil acima da inflação.
Declarou 6,3 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2016.
- DalmoR$ 183,6 mil
- Mediana dos candidatosR$ 29,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 122,5 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Dalmo declarou ao TSE R$ 373 em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 236.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Alagoa (MG) · DEM · suplente
De onde veio
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Alagoa (MG), 2016
Dalmo: R$ 3,24 por voto (mediana da disputa, R$ 2,04). Quem venceu, Zé Costa, gastou R$ 0,37 por voto. O voto mais caro custou R$ 6,58; o mais barato, R$ 0,37.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Dalmo. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Junior Do Rene DEMR$ 204 · 31 votosR$ 6,58
- Dalva DEMR$ 139 · 22 votosR$ 6,33
- Dalmo DEMR$ 236 · 73 votosR$ 3,24
- Grilo DEMR$ 204 · 67 votosR$ 3,05
- Ze Ovidio DEMR$ 495 · 167 votosR$ 2,97
- Rodolfo DEMR$ 204 · 81 votosR$ 2,52
- Detinho DEMR$ 204 · 100 votosR$ 2,04
- Chiquinho Pilica DEMR$ 236 · 125 votosR$ 1,89
- Salete DEMR$ 139 · 102 votosR$ 1,37
- Merico DEMR$ 139 · 152 votosR$ 0,92
- Leandro Do Engenho PSDBR$ 78 · 97 votosR$ 0,80
- Zé Costa PSDBR$ 78 · 212 votosR$ 0,37
Votos por real
- 2016, vereador: 73 votos por R$ 1.000, 89% da mediana da disputa.
- 2012, vereador: 118 votos por R$ 1.000, 1,6 vez a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 64 votos por R$ 1.000, 78% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.