Dalmo
Dalmo Wilson Ribeiro · nasceu em 1920
Dalmo disputou uma eleição, em 2004, para prefeito (Delfim Moreira (MG)), pelo PP: não eleito.
Direita, pelo partido
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2004, não eleito.
Declarou ao TSE em 2004: 83 anos, até o fundamental, comerciante. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2004, Dalmo declarou ao TSE R$ 3,7 mil em receitas, em reais de hoje.
2004 · Prefeito · Delfim Moreira (MG) · PP · não eleito
De onde veio
- Pessoas4 pessoas, não nomeadasR$ 3.66298,4%
- Próprio bolsoR$ 591,6%
Para onde foi
- EscritórioTudo de Banco DobrasilR$ 2225,9%
Quanto custou cada voto: prefeito, Delfim Moreira (MG), 2004
Dalmo: R$ 3,89 por voto (mediana da disputa, R$ 3,89). Quem venceu, Carlos Do Calite, gastou R$ 10,9 por voto. O voto mais caro custou R$ 13; o mais barato, R$ 3,25.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Dalmo. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Henrique Vieira PSDBR$ 17 mil · 1.275 votosR$ 13
- Carlos Do Calite PTBR$ 20 mil · 1.786 votosR$ 10,9
- Dalmo PPR$ 3,7 mil · 957 votosR$ 3,89
- Tuti PSCR$ 2,6 mil · 801 votosR$ 3,25
Votos por real
- 2004, prefeito: 257 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.