Dalmir
Dalmir Rodrigues · nasceu em 1964
Dalmir se candidatou em 4 eleições, de 2008 a 2024, e foi eleito em 3.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008, 2012 e 2024.
Sempre pelo PL.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, eleito.
Declarou ao TSE em 2024: 60 anos, ensino médio, produtor agropecuário, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2016
- 2012
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2024, Dalmir declarou R$ 708,7 mil em bens, em reais de hoje: 27 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Entre 2008 e 2024, o total subiu R$ 455,2 mil acima da inflação.
Declarou 27 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2024.
- DalmirR$ 708,7 mil
- Mediana dos candidatosR$ 26,6 mil
- Mediana dos eleitosR$ 104,9 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Os 5 itens declarados em 2024, do maior ao menor
- ResidencialR$ 276,2 milCasa
- Fazenda Fábrica matrícula 5278 L02R$ 165,7 milOutros bens imóveis rural
- Gleba matrícula 43699R$ 132,6 milOutros bens imóveis rural
- Gleba matrícula 43698R$ 132,6 milOutros bens imóveis rural
- Valor em dinheiroR$ 1.657Dinheiro em espécie
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Dalmir declarou ao TSE R$ 30 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 11 mil.
Campanha a campanha
2024 · Vereador · Capitólio (MG) · PL · eleito
De onde veio
- Fundo eleitoralTudo de Partido Liberal (Pl)R$ 6.56287%
- Outros candidatosTudo de Eleicao 2024 Cristiano Geraldo Da Silva PrefeitoR$ 98413%
Para onde foi
- Material impressoTudo de Alto Impressos Art LtdaR$ 3.71956,7%
- Pessoal5 pessoas, não nomeadasR$ 2.29735%
- Rádio, TV e vídeoTudo de 11.928.494 Tiago Valerio GoulartR$ 5478,3%
Quanto custou cada voto: vereador, Capitólio (MG), 2024
Dalmir: R$ 36,9 por voto (mediana da disputa, R$ 38,2). Quem venceu, Gabriel, gastou R$ 24,9 por voto. O voto mais caro custou R$ 2.186; o mais barato, R$ 24,9.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Dalmir. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Seila Cozinheira PSDR$ 6,6 mil · 3 votosR$ 2.186
- Alice Angélica PLR$ 6,6 mil · 50 votosR$ 131
- Ana Terra PLR$ 12 mil · 98 votosR$ 128
- Edgard Carteiro PLR$ 6,6 mil · 105 votosR$ 62,5
- Helio Gambá PLR$ 8,7 mil · 171 votosR$ 51
- Toninho Queijeiro PLR$ 6,9 mil · 146 votosR$ 47,2
- João Paulo Da Macaúbas PLR$ 6,6 mil · 172 votosR$ 38,2
- Dalmir PLR$ 6,6 mil · 178 votosR$ 36,9
- Letícia Vallory PTR$ 8,3 mil · 287 votosR$ 29,1
- Claudio Ramos PLR$ 8,6 mil · 313 votosR$ 27,5
- Vandinho Do Floriano PPR$ 5,8 mil · 217 votosR$ 26,7
- Gabriel PSDR$ 8,4 mil · 338 votosR$ 24,9
Votos por real
- 2024, vereador: 27 votos por R$ 1.000, 75% da mediana da disputa.
- 2016, vereador: 57 votos por R$ 1.000, 1,6 vez a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 31 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 47 votos por R$ 1.000, 2,2 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.