Apuração
Prefeito · 2008 · PTB

Dalmi Tiago

Dalmi Tiago Leite · nasceu em 1969

Dalmi Tiago se candidatou em 2 eleições, de 2004 a 2008, e foi eleito em nenhuma.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoPTB+0,33← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004PTB2008PTB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Sempre pelo PTB.

PrefeitoVice-prefeitoPartidoPTB200420062008
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2008, não eleito.

Declarou ao TSE em 2008: 39 anos, ensino médio, agricultor. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2008
    Prefeito · Riachinho (MG)
    PTB 14· centro-direita
    não eleito2.010 votos, 47,1%
  2. 2004
    Vice-prefeito · Riachinho (MG)
    PTB 14· centro-direita· na urna, Dalmi Tiago Leite
    Na chapa de Valmir Gontijo
    chapa eleita1.990 votos da chapa, 51,4%

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2008, Dalmi Tiago declarou R$ 80,9 mil em bens, em reais de hoje.

R$ 80,9 mil
em bens declarados em 2008, em reais de setembro de 2026 (R$ 30.000 na declaração)

Declarou 17% da mediana dos candidatos a prefeito em Minas Gerais em 2008.

  • Dalmi TiagoR$ 80,9 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 485,4 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 539,3 mil

Cada quadrado, R$ 20 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 80,9 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2008, Dalmi Tiago declarou ao TSE R$ 32 mil em receitas, em reais de hoje.

2008 · Prefeito · Riachinho (MG) · PTB · não eleito

De onde veio

R$ 32,4 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 6 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 32,4 mil.
  1. PartidoTudo de Comitê Financeiro Municipal ÚnicoR$ 15,9 mil49%
  2. Pessoas6 pessoas, não nomeadasR$ 12,2 mil37,7%
  3. Próprio bolsoR$ 4.28413,2%

Para onde foi

R$ 32,4 mil
O maior gasto foi com outros: 72% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 32,4 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Serviços1 pessoas, não nomeadasR$ 2.6778,3%
  2. EscritórioR$ 800,2%

Quanto custou cada voto: prefeito, Riachinho (MG), 2008

Dalmi Tiago: R$ 16,1 por voto (mediana da disputa, R$ 13,9). Quem venceu, Vilmar, gastou R$ 13,9 por voto.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Dalmi Tiago. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Dalmi Tiago PTBR$ 32 mil · 2.010 votosR$ 16,1
  • Vilmar MDBR$ 31 mil · 2.259 votosR$ 13,9

Votos por real

  • 2008, prefeito: 62 votos por R$ 1.000, 93% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.