Dagoberto
Dagoberto Gottinari Conti · nasceu em 1956
Dagoberto disputou uma eleição, em 2008, para vereador (Caçapava do Sul (RS)), pelo MDB: suplente.
Centro, pelo partido
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2008, suplente.
Declarou ao TSE em 2008: 51 anos, superior completo, engenheiro. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2008, Dagoberto declarou R$ 943,7 mil em bens, em reais de hoje: 8,7 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Sul.
Declarou 8,7 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2008.
- DagobertoR$ 943,7 mil
- Mediana dos candidatosR$ 107,9 mil
- Mediana dos eleitosR$ 207,2 mil
Cada quadrado, R$ 25 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2008, Dagoberto declarou ao TSE R$ 9,6 mil em receitas, em reais de hoje.
2008 · Vereador · Caçapava do Sul (RS) · MDB · suplente
De onde veio
Para onde foi
- Material impressoR$ 9.51898,7%
- EscritórioR$ 1201,3%
Quanto custou cada voto: vereador, Caçapava do Sul (RS), 2008
Dagoberto: R$ 17,8 por voto (mediana da disputa, R$ 33,1). Quem venceu, Pedro Gaspar, gastou R$ 12,5 por voto. O voto mais caro custou R$ 57,3; o mais barato, R$ 12,5.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Dagoberto. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Lelo PPR$ 27 mil · 480 votosR$ 57,3
- João Sergio Machado PPR$ 9,2 mil · 217 votosR$ 42,2
- Zé Ivan PTR$ 9,1 mil · 219 votosR$ 41,5
- Rosilda Freitas (Teca) MDBR$ 32 mil · 829 votosR$ 39
- Rosane Abdalla PPR$ 30 mil · 844 votosR$ 35
- Naldo PPR$ 9,9 mil · 285 votosR$ 34,9
- Josue Lopes (Dr Josue) MDBR$ 20 mil · 608 votosR$ 33,1
- Moreira PPR$ 9,4 mil · 298 votosR$ 31,4
- Luiz F. Torres (Prof. Boca) PTR$ 13 mil · 528 votosR$ 25,2
- Dagoberto MDBR$ 9,6 mil · 540 votosR$ 17,8
- Paulo Pereira (Paulinho) PTR$ 9,8 mil · 558 votosR$ 17,5
- Pedro Gaspar PPR$ 11 mil · 859 votosR$ 12,5
Votos por real
- 2008, vereador: 56 votos por R$ 1.000, 87% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.