Dagoberto
Dagoberto de Campos · nasceu em 1946
Dagoberto se candidatou em 2 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em 1.
Centro, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: prefeito, em 2004.
Passou por 2 partidos: PSDB (2004), PV (2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2016, não eleito.
Declarou ao TSE em 2016: 70 anos, superior completo, médico, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Dagoberto declarou R$ 868,5 mil em bens, em reais de hoje: 2,1 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo.
Declarou 2,1 vezes a mediana dos candidatos a prefeito em São Paulo em 2016.
- DagobertoR$ 868,5 mil
- Mediana dos candidatosR$ 419,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 559,7 mil
Cada quadrado, R$ 25 mil.
Os 5 itens declarados em 2016, do maior ao menor
- Dinheiro em caixaR$ 324,9 milDinheiro em espécie
- 03 Lotes a rua marechal deodoro em pereira barretoR$ 258,2 milTerreno
- Casa residencial a rua paraibaR$ 165,7 milCasa
- Casa residencial a av. brasilR$ 60,8 milCasa
- Casa residencial a rua celso garciaR$ 58,9 milCasa
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Dagoberto declarou ao TSE R$ 236 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2004, para prefeito: R$ 213 mil.
Campanha a campanha
2016 · Prefeito · Pereira Barreto (SP) · PV · não eleito
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 18 mil78,2%
- Pessoas4 pessoas, não nomeadasR$ 3.88616,9%
- Fundo partidárioR$ 1.1254,9%
Para onde foi
- PessoalR$ 1.1334,9%
- EscritórioR$ 190,1%
Quanto custou cada voto: prefeito, Pereira Barreto (SP), 2016
Dagoberto: R$ 11,8 por voto (mediana da disputa, R$ 15,5). Quem venceu, Joãozinho, gastou R$ 44,4 por voto. O voto mais caro custou R$ 44,4; o mais barato, R$ 11,8.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Dagoberto. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Joãozinho PLR$ 259 mil · 5.846 votosR$ 44,4
- Dr Elias PSBR$ 78 mil · 3.018 votosR$ 25,9
- Junior Suman PSCR$ 44 mil · 2.820 votosR$ 15,5
- Dagoberto PVR$ 23 mil · 1.949 votosR$ 11,8
Votos por real
- 2016, prefeito: 85 votos por R$ 1.000, 1,6 vez a mediana da disputa.
- 2004, prefeito: 35 votos por R$ 1.000, 78% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.