Dadado de Coitinho
Ivanaldo Candido de Lima · nasceu em 1977
Dadado de Coitinho se candidatou em 2 eleições, de 2020 a 2024, e foi eleito em todas.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2020 e 2024.
Passou por 2 partidos: PSB (2020), PSD (2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, eleito.
Declarou ao TSE em 2024: 46 anos, superior completo, advogado, cor parda. A cor declarada mudou: branca em 2020, parda em 2024. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2020
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2024, Dadado de Coitinho declarou R$ 466,2 mil em bens, em reais de hoje: 28 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Norte. Entre 2020 e 2024, o total subiu R$ 326,8 mil acima da inflação.
Declarou 28 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Norte em 2024.
- Dadado de CoitinhoR$ 466,2 mil
- Mediana dos candidatosR$ 16,6 mil
- Mediana dos eleitosR$ 56,3 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Os 7 itens declarados em 2024, do maior ao menor
- Imovel residencialR$ 127 milCasa
- Propriedade rural 25 haR$ 110,5 milTerreno rural
- Caminhonete stradaR$ 108,3 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Caminhonete renuldR$ 77,3 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Imovel residencial ruralR$ 17,7 milCasa rural
- Imovel residencial ruralR$ 16,6 milCasa rural
- EspecieR$ 8.838Dinheiro em espécie
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Dadado de Coitinho declarou ao TSE R$ 16 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2024, para vereador: R$ 10 mil.
Campanha a campanha
2024 · Vereador · Severiano Melo (RN) · PSD · eleito
De onde veio
- Pessoas3 pessoas, não nomeadasR$ 7.71175,6%
- Próprio bolsoR$ 2.04320%
- Outros candidatosR$ 4484,4%
Para onde foi
- Material impressoTudo de Getulio Da Mota TorresR$ 3.57136,6%
- TransporteR$ 1671,7%
Quanto custou cada voto: vereador, Severiano Melo (RN), 2024
Dadado De Coitinho: R$ 21,3 por voto (mediana da disputa, R$ 32,6). Quem venceu, Dadilson Matias, gastou R$ 8,77 por voto. O voto mais caro custou R$ 603; o mais barato, R$ 8,77.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Dadado De Coitinho. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Gizélia Biá PSDR$ 17 mil · 29 votosR$ 603
- Eliene Lima PLR$ 8,2 mil · 20 votosR$ 410
- Ana Leite PSDR$ 20 mil · 68 votosR$ 289
- Elano Ferreira PLR$ 9,4 mil · 117 votosR$ 80,4
- Maylla Bessa PSDR$ 17 mil · 287 votosR$ 61
- Nildo Junior PLR$ 11 mil · 288 votosR$ 38
- Rubens Melo PSDR$ 6,8 mil · 208 votosR$ 32,6
- José Augusto PSDR$ 8,3 mil · 320 votosR$ 26
- Veste Farias PSDR$ 9,1 mil · 420 votosR$ 21,6
- Berg Monteiro PSDR$ 9,4 mil · 438 votosR$ 21,4
- Dadado De Coitinho PSDR$ 9,8 mil · 458 votosR$ 21,3
- Dadilson Matias UNIÃOR$ 5 mil · 567 votosR$ 8,77
Votos por real
- 2024, vereador: 47 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
- 2020, vereador: 89 votos por R$ 1.000, 1,7 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.