Dácio Queiroz
Dácio Queiroz Silva · nasceu em 1958
Dácio Queiroz disputou uma eleição, em 2016, para prefeito (Antônio João (MS)), pelo PSDB: não eleito.
Centro-direita, pelo partido
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2016, não eleito.
Declarou ao TSE em 2016: 58 anos, superior completo, economista, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Dácio Queiroz declarou R$ 38,6 mi em bens, em reais de hoje: 59 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Mato Grosso do Sul.
Declarou 59 vezes a mediana dos candidatos a prefeito em Mato Grosso do Sul em 2016.
- Dácio QueirozR$ 38,6 mi
- Mediana dos candidatosR$ 654,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 865,1 mil
Cada quadrado, R$ 1 mi.
Os 21 itens declarados em 2016, do maior ao menor
- Fazenda fronteiraR$ 34,9 miOutros bens imóveis rural
- Estancia fronteiraR$ 1 miOutros bens imóveis rural
- Casa residencial no municipio de campo grande-msR$ 397,8 milCasa
- Balança coimaR$ 335,5 milOutros bens móveis
- Trator agricolaR$ 332,7 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Grade niveladoraR$ 260 milOutros bens móveis
- Trator agricolaR$ 215,3 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Camioneta L200 tritonR$ 203,1 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- ApartamentoR$ 180,4 milApartamento
- Camioneta DISCOVERY3R$ 146,2 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Balança coimaR$ 125,1 milOutros bens móveis
- Tronco beckhauserR$ 117,8 milOutros bens móveis
- Plantadeira sassakiR$ 89,4 milOutros bens móveis
- Sucador e adubadorR$ 59,3 milOutros bens móveis
- Plaina agric dianteiraR$ 43,9 milOutros bens móveis
- Vagão forrageiro jamilR$ 39,8 milOutros bens móveis
- Grade niveladoraR$ 39 milOutros bens móveis
- Plaina agricula moduladaR$ 36,2 milOutros bens móveis
- Distibuidor de cálcarioR$ 31,8 milOutros bens móveis
- Carreta basculanteR$ 17,9 milOutros bens móveis
- PulverizadorR$ 17,9 milOutros bens móveis
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2016, Dácio Queiroz declarou ao TSE R$ 285 mil em receitas, em reais de hoje, 1,5% de dinheiro público.
2016 · Prefeito · Antônio João (MS) · PSDB · não eleito
De onde veio
- Pessoas15 pessoas, não nomeadasR$ 230,7 mil81%
- Próprio bolsoR$ 49,7 mil17,5%
- Fundo partidárioR$ 4.3721,5%
Para onde foi
- Pessoal69 pessoas, não nomeadasR$ 78 mil27,4%
- Serviços2 pessoas, não nomeadasR$ 48,6 mil17,1%
- InternetR$ 1.0520,4%
Quanto custou cada voto: prefeito, Antônio João (MS), 2016
Dácio Queiroz: R$ 148 por voto (mediana da disputa, R$ 118). Quem venceu, Marcia Marques, gastou R$ 118 por voto. O voto mais caro custou R$ 148; o mais barato, R$ 42,8.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Dácio Queiroz. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Dácio Queiroz PSDBR$ 285 mil · 1.929 votosR$ 148
- Marcia Marques MDBR$ 283 mil · 2.394 votosR$ 118
- Professor Elimar Brum PDTR$ 58 mil · 1.351 votosR$ 42,8
Votos por real
- 2016, prefeito: 8,8 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.