Curió
Roberto da Rocha Silva · nasceu em 1976
Curió se candidatou em 6 eleições, de 2004 a 2024, e foi eleito em 1.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2024.
Passou por 6 partidos: PAN (2004), CIDADANIA (2008), PDT (2014), PPL (2016), PROS (2020), PP (2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, eleito.
Declarou ao TSE em 2024: 48 anos, até o fundamental, empresário, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2020
- 2016
- 2014Deputado estadual · RoraimaPDT 12123· centro-esquerda· na urna, Roberto Curiosuplente115 votos; 180º mais votado de 393 no estado
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2014, Curió teve 115 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 180º lugar entre 393 candidatos.
Recebeu votos em 9 cidades. Boa Vista deu 71,3% deles.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2024, Curió declarou R$ 149,1 mil em bens, em reais de hoje. Descontada a inflação, o total ficou praticamente igual entre 2014 e 2024.
Mais da metade (50%) dos candidatos a vereador em Roraima não declarou nenhum bem em 2024.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 5 campanhas com contas prestadas, Curió declarou ao TSE R$ 71 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 28 mil, 9% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2024 · Vereador · São Luiz (RR) · PP · eleito
De onde veio
Para onde foi
- Serviços2 pessoas, não nomeadasR$ 6.56240%
- Rádio, TV e vídeoTudo de W. S. Cardoso De OliveiraR$ 5.46833,3%
- Material impressoTudo de Ponto Das Impressoes LtdaR$ 2.18713,3%
- PessoalR$ 2.18713,3%
Quanto custou cada voto: vereador, São Luiz (RR), 2024
Curió: R$ 54,9 por voto (mediana da disputa, R$ 162). Quem venceu, Benilson, gastou R$ 44,6 por voto. O voto mais caro custou R$ 1.930; o mais barato, R$ 44,6.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Curió. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Deuzani REPUBLICANOSR$ 35 mil · 18 votosR$ 1.930
- Helida De Carvalho PPR$ 16 mil · 10 votosR$ 1.641
- Gilson Da Saúde REPUBLICANOSR$ 33 mil · 51 votosR$ 642
- Professor Yvan REPUBLICANOSR$ 33 mil · 110 votosR$ 298
- Dhulio Paiva REPUBLICANOSR$ 33 mil · 182 votosR$ 180
- Karol Do Bananeiro REPUBLICANOSR$ 35 mil · 205 votosR$ 169
- Jonairton Rodrigues REPUBLICANOSR$ 33 mil · 202 votosR$ 162
- Juvane Salazar REPUBLICANOSR$ 33 mil · 210 votosR$ 156
- Jany Do Açaí REPUBLICANOSR$ 35 mil · 223 votosR$ 156
- Gerson Alves REPUBLICANOSR$ 33 mil · 305 votosR$ 107
- Curió PPR$ 16 mil · 299 votosR$ 54,9
- Benilson PPR$ 16 mil · 368 votosR$ 44,6
Votos por real
- 2024, vereador: 18 votos por R$ 1.000, 2,6 vezes a mediana da disputa.
- 2020, vereador: 22 votos por R$ 1.000, 2,9 vezes a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 3,4 votos por R$ 1.000, 35% da mediana da disputa.
- 2014, deputado estadual: 5,8 votos por R$ 1.000, 86% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.