Cristovam de Chico
Cristovam Pereira Passos · nasceu em 1971
Cristovam de Chico se candidatou em 2 eleições, de 2004 a 2008, e foi eleito em 1.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004.
Passou por 2 partidos: CIDADANIA (2004), PSDB (2008).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2008, suplente.
Declarou ao TSE em 2008: 36 anos, superior incompleto, servidor público municipal. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2008, Cristovam de Chico declarou R$ 29,7 mil em bens, em reais de hoje.
Declarou 55% da mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2008.
- Cristovam de ChicoR$ 29,7 mil
- Mediana dos candidatosR$ 53,9 mil
- Mediana dos eleitosR$ 111,9 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Cristovam de Chico declarou ao TSE R$ 22 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 21 mil.
Campanha a campanha
2008 · Vereador · Grão Mogol (MG) · PSDB · suplente
De onde veio
- EmpresasR$ 13,4 mil64,5%
- Próprio bolsoR$ 4.91023,6%
- Outros candidatosR$ 2.30311,1%
- PartidoR$ 1660,8%
Para onde foi
- TransporteR$ 9.76747%
- OutrosR$ 3.37916,3%
- ServiçosR$ 2.59712,5%
- RepassesR$ 2.30311,1%
- Material impressoR$ 2.24910,8%
- Rádio, TV e vídeoR$ 3751,8%
- EscritórioR$ 960,5%
Quanto custou cada voto: vereador, Grão Mogol (MG), 2008
Cristovam De Chico: R$ 94,4 por voto (mediana da disputa, R$ 32,9). Quem venceu, Waldemir, gastou R$ 12,7 por voto. O voto mais caro custou R$ 118; o mais barato, R$ 12,7.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Cristovam De Chico. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Chiquinho PLR$ 17 mil · 144 votosR$ 118
- Almir Da Bocaina PLR$ 53 mil · 545 votosR$ 96,9
- Cristovam De Chico PSDBR$ 21 mil · 220 votosR$ 94,4
- Toninho Messias PSDBR$ 17 mil · 261 votosR$ 63,3
- Gerson De Oscar PPR$ 14 mil · 371 votosR$ 38,3
- Lia Andrade PLR$ 19 mil · 565 votosR$ 34
- Ivani MDBR$ 13 mil · 386 votosR$ 32,9
- Lourenço PLR$ 7,3 mil · 233 votosR$ 31,3
- Edmarcos PSDBR$ 11 mil · 409 votosR$ 27,6
- Vidal De Levi PPR$ 6,7 mil · 256 votosR$ 26,3
- Beto De Alcides Toureiro PSDBR$ 5,8 mil · 290 votosR$ 20,1
- Waldemir MDBR$ 5,2 mil · 410 votosR$ 12,7
Votos por real
- 2008, vereador: 12 votos por R$ 1.000, 32% da mediana da disputa.
- 2004, vereador: 378 votos por R$ 1.000, 5,3 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.