Cristina Boni
Cristina Maria Boni · nasceu em 1969
Cristina Boni se candidatou em 2 eleições, de 2020 a 2024, e foi eleita em todas.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereadora, em 2020 e 2024.
Passou por 2 partidos: PTB (2020), CIDADANIA (2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereadora, 2024, eleita.
Declarou ao TSE em 2024: 55 anos, superior completo, advogado, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2020
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2024, Cristina Boni declarou R$ 1,3 mi em bens, em reais de hoje: 19 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Sul. Entre 2020 e 2024, o total subiu R$ 464,9 mil acima da inflação.
Declarou 19 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2024.
- Cristina BoniR$ 1,3 mi
- Mediana dos candidatosR$ 69,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 195,5 mil
Cada quadrado, R$ 50 mil.
Os 6 itens declarados em 2024, do maior ao menor
- 7,5 hectaresR$ 486,1 milTerra nua
- Terreno com obrasR$ 331,4 milTerreno
- ApartamentoR$ 265,1 milApartamento
- Trator agricolaR$ 176,8 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Fiat Palio 2011R$ 27,6 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Quotas de capitalR$ 11 milOutros fundos
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Cristina Boni declarou ao TSE R$ 31 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2024, para vereadora: R$ 22 mil, 74% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2024 · Vereadora · Encruzilhada do Sul (RS) · CIDADANIA · eleita
De onde veio
- Fundo eleitoralTudo de Cidadania - Brasil - Br - NacionalR$ 16,4 mil74,1%
- Pessoas5 pessoas, não nomeadasR$ 5.74225,9%
Para onde foi
- Pessoal4 pessoas, não nomeadasR$ 2.87117,5%
- TransporteTudo de Comercio De Combustiveis Nevoeiro LtdaR$ 2.55115,5%
- OutrosR$ 2.18713,3%
- ServiçosR$ 1.93911,8%
- Rádio, TV e vídeoR$ 3832,3%
Quanto custou cada voto: vereadora, Encruzilhada do Sul (RS), 2024
Cristina Boni: R$ 34,4 por voto (mediana da disputa, R$ 130). Quem venceu, Gilmar, gastou R$ 19,9 por voto. O voto mais caro custou R$ 357; o mais barato, R$ 19,9.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Cristina Boni. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Sandi Guterres PLR$ 16 mil · 46 votosR$ 357
- Dalva Pintora PLR$ 16 mil · 58 votosR$ 283
- Rosangela Nader PLR$ 16 mil · 82 votosR$ 200
- Alvino Silveira PLR$ 14 mil · 81 votosR$ 176
- Cecilia Da Junta PSDBR$ 16 mil · 93 votosR$ 171
- Claudia Molina PLR$ 20 mil · 116 votosR$ 170
- Renata Fonseca REPUBLICANOSR$ 9,6 mil · 74 votosR$ 130
- Cristina Boni CIDADANIAR$ 16 mil · 477 votosR$ 34,4
- Sidnei Nunes PLR$ 15 mil · 564 votosR$ 26,8
- Alvaro Sperb MDBR$ 11 mil · 496 votosR$ 22,7
- Marcelo Machado MDBR$ 16 mil · 756 votosR$ 21,5
- Gilmar PTR$ 9,5 mil · 477 votosR$ 19,9
Votos por real
- 2024, vereadora: 29 votos por R$ 1.000, 69% da mediana da disputa.
- 2020, vereadora: 41 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.