Apuração
Vereadora · 2012 · PHS

Cristina

Cristina Rodrigues Bastos · nasceu em 1986

Cristina disputou uma eleição, em 2012, para vereadora (Senador Sá (CE)), pelo PHS: eleita.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoPHS+0,22← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

VereadoraPartidoPHS2012
eleitasuplente ou vicenão eleita
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereadora, 2012, eleita.

Declarou ao TSE em 2012: 26 anos, ensino médio, professor de ensino fundamental. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2012
    Vereadora · Senador Sá (CE)
    PHS 31321· centro-direita
    eleita247 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2012, Cristina declarou R$ 140,2 mil em bens, em reais de hoje: 9,1 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Ceará.

R$ 140,2 mil
em bens declarados em 2012, em reais de setembro de 2026 (R$ 64.000 na declaração)

Declarou 9,1 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Ceará em 2012.

  • CristinaR$ 140,2 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 15,3 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 94,2 mil

Cada quadrado, R$ 5.000.

Cada quadrado é 1% de R$ 140,2 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2012, Cristina declarou ao TSE R$ 11 mil em receitas, em reais de hoje.

2012 · Vereadora · Senador Sá (CE) · PHS · eleita

De onde veio

R$ 11,1 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 2 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 11,1 mil.
  1. Pessoas2 pessoas, não nomeadasR$ 5.41548,8%
  2. Próprio bolsoR$ 4.05136,5%
  3. Outros candidatosTudo de Eleições 2012- Alex Sandro Rodrigues Oliveira- PrefeitoR$ 1.62214,6%

Para onde foi

R$ 12,6 mil
O maior gasto foi com transporte: 49% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 12,6 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Material impressoTudo de Eleições 2012- Alex Sandro Rodrigues Oliveira- PrefeitoR$ 1.0818,5%
  2. Rádio, TV e vídeoR$ 5424,3%

Quanto custou cada voto: vereadora, Senador Sá (CE), 2012

Cristina: R$ 51,2 por voto (mediana da disputa, R$ 49,2). Quem venceu, Regina Do Nilson, gastou R$ 29,6 por voto. O voto mais caro custou R$ 12.563; o mais barato, R$ 29,6.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Cristina. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Lizoneuda PSBR$ 13 mil · 1 votosR$ 12.563
  • Carlos Alberto PLR$ 8,4 mil · 10 votosR$ 845
  • Eridan DEMR$ 13 mil · 191 votosR$ 66,9
  • Du Carmo MDBR$ 21 mil · 318 votosR$ 64,5
  • Pereira PSDBR$ 19 mil · 364 votosR$ 51,4
  • Cristina PHSR$ 13 mil · 247 votosR$ 51,2
  • Dieyme PPR$ 8,5 mil · 172 votosR$ 49,2
  • Olivalda Sampaio PPR$ 13 mil · 266 votosR$ 48,5
  • Robson DEMR$ 9,2 mil · 279 votosR$ 33,1
  • Vilane PSDBR$ 11 mil · 376 votosR$ 30,3
  • Ze Maria PLR$ 8,2 mil · 276 votosR$ 29,8
  • Regina Do Nilson PSDBR$ 17 mil · 564 votosR$ 29,6

Votos por real

  • 2012, vereadora: 20 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.