Apuração
Prefeito · 2020 · PTB

Cristiano Chais

nasceu em 1980

Cristiano Chais se candidatou em 3 eleições, de 2008 a 2020, e foi eleito em 1.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoPTB+0,28← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2008MDB2016PTB2020PTB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008.

Passou por 2 partidos: MDB (2008), PTB (2016–2020).

PrefeitoVereadorPartidoMDBPTB2008201020122014201620182020
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2020, não eleito.

Declarou ao TSE em 2020: 40 anos, superior completo, administrador, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2020
    Prefeito · Gentil (RS)
    PTB 14· centro-direita
    não eleito645 votos, 44,1%
  2. 2016
    Prefeito · Gentil (RS)
    PTB 14· centro-direita
    não eleito620 votos, 44,3%
  3. 2008
    Vereador · Gentil (RS)
    MDB 15500· centro· na urna, Cristiano
    eleito133 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2020, Cristiano Chais declarou R$ 84,8 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2020, o total subiu R$ 57,8 mil acima da inflação.

Cada quadrado, R$ 20 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 84,8 mil
em bens declarados em 2020, em reais de setembro de 2026 (R$ 59.000 na declaração)

Declarou 17% da mediana dos candidatos a prefeito no Rio Grande do Sul em 2020.

  • Cristiano ChaisR$ 84,8 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 489,3 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 574,6 mil

Cada quadrado, R$ 20 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 84,8 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 3 campanhas com contas prestadas, Cristiano Chais declarou ao TSE R$ 34 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2020, para prefeito: R$ 17 mil, 100% de dinheiro público.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 500.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2020 · Prefeito · Gentil (RS) · PTB · não eleito

De onde veio

R$ 16,7 mil
100% veio de fundos públicos. Em reais de hoje.

Para onde foi

R$ 16,7 mil
O maior gasto foi com rádio, TV e vídeo: 66% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 16,7 mil. Toque numa parte para abrir.

Quanto custou cada voto: prefeito, Gentil (RS), 2020

Cristiano Chais: R$ 25,9 por voto (mediana da disputa, R$ 25,9). Quem venceu, Alcenir Dalmago, gastou R$ 46 por voto.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Cristiano Chais. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2020, prefeito: 39 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
  • 2016, prefeito: 39 votos por R$ 1.000, 60% da mediana da disputa.
  • 2008, vereador: 133 votos por R$ 1.000, 4,8 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.