Apuração
Prefeito · 2012 · PSB

Cote

Cleber Solano de Castro · nasceu em 1949

Cote se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2012, e foi eleito em 1.

01

Centro-esquerda, pelo partido

Pelo partidoPSB−0,26← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004PDT2008PDT2012PSB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: prefeito, em 2004.

Passou por 2 partidos: PDT (2004–2008), PSB (2012).

PrefeitoPartidoPDTPSB20042006200820102012
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2012, não eleito.

Declarou ao TSE em 2012: 63 anos, até o fundamental, agente de serviços funerários e embalsamador. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2012
    Prefeito · Raposos (MG)
    PSB 40· centro-esquerda
    não eleito2.348 votos, 23,5%
  2. 2008
    Prefeito · Raposos (MG)
    PDT 12· centro-esquerda
    não eleito2.688 votos, 28,7%
  3. 2004
    Prefeito · Raposos (MG)
    PDT 12· centro-esquerda
    eleito3.409 votos, 34,6%

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2012, Cote declarou R$ 263 mil em bens, em reais de hoje.

Cada quadrado, R$ 20 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 263 mil
em bens declarados em 2012, em reais de setembro de 2026 (R$ 120.000 na declaração)

Declarou 50% da mediana dos candidatos a prefeito em Minas Gerais em 2012.

  • CoteR$ 263 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 521,5 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 622,3 mil

Cada quadrado, R$ 20 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 263 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Cote declarou ao TSE R$ 114 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2004, para prefeito: R$ 65 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 2 mil.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2012 · Prefeito · Raposos (MG) · PSB · não eleito

De onde veio

R$ 49,3 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 8 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 49,3 mil.
  1. Pessoas8 pessoas, não nomeadasR$ 40,6 mil82,3%
  2. Próprio bolsoR$ 8.69717,7%

Para onde foi

R$ 47,1 mil
O maior gasto foi com material impresso: 60% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 47,1 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. ServiçosTudo de Francisco Goncalves FilhoR$ 4.5499,7%
  2. Pessoal8 pessoas, não nomeadasR$ 3.9478,4%
  3. OutrosR$ 1.0832,3%
  4. EscritórioR$ 1710,4%
  5. EventosR$ 1650,3%

Quanto custou cada voto: prefeito, Raposos (MG), 2012

Cote: R$ 20,1 por voto (mediana da disputa, R$ 22,3). Quem venceu, Sgt Coelho, gastou R$ 55,4 por voto. O voto mais caro custou R$ 85,4; o mais barato, R$ 7,75.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Cote. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2012, prefeito: 50 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
  • 2004, prefeito: 52 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.