Apuração
Deputado estadual · 2018 · PT

Cabo Almi

Jose Almi Pereira Moura · nasceu em 1962

Cabo Almi se candidatou em 8 eleições, de 2002 a 2018, e foi eleito em 5.

01

Centro-esquerda, pelo partido

Pelo partidoPT−0,38← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2002PT2004PT2006PT2008PT2010PT2012PT2014PT2018PT← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: deputado estadual, em 2010, 2014 e 2018.

Sempre pelo PT.

Dep. estadualVice-prefeitoVereadorPartidoPT’02’04’06’08’10’12’14’16’18
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado estadual, 2018, eleito.

Declarou ao TSE em 2018: 55 anos, ensino médio, deputado, cor parda. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2018
    Deputado estadual · Mato Grosso do Sul
    PT 13699· esquerda
    eleito21.121 votos; 17º mais votado de 322 no estado
  2. 2014
    Deputado estadual · Mato Grosso do Sul
    PT 13699· centro-esquerda· na urna, Deputado Cabo Almi
    eleito21.195 votos; 20º mais votado de 395 no estado
  3. 2012
    Vice-prefeito · Campo Grande (MS)
    PT 13· centro-esquerda
    Na chapa de Vander Loubet
    chapa não eleita21.377 votos da chapa, 4,9%
  4. 2010
    Deputado estadual · Mato Grosso do Sul
    PT 13699· centro-esquerda
    eleito20.604 votos; 23º mais votado de 240 no estado
  5. 2008
    Vereador · Campo Grande (MS)
    PT 13699· centro-esquerda
    eleito8.032 votos
  6. 2006
    Deputado estadual · Mato Grosso do Sul
    PT 13699· centro-esquerda
    suplente14.525 votos; 25º mais votado de 172 no estado
  7. 2004
    Vereador · Campo Grande (MS)
    PT 13699· centro-esquerda
    eleito4.552 votos
  8. 2002
    Deputado estadual · Mato Grosso do Sul
    PT 13699· centro-esquerda
    suplente11.130 votos; 35º mais votado de 210 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2018, Cabo Almi teve 21.121 votos para deputado estadual, 1,6% dos votos válidos do estado: 17º lugar entre 322 candidatos.

Recebeu votos em 77 cidades. Campo Grande deu 69,5% deles; as 15 cidades que mais votaram, 89,0%.

21.121 votos
votos para deputado estadual em 2018
Cada quadrado é 1% de 21.121 votos.
  1. Campo Grande (MS)14.683 votos69,5%
  2. Glória de Dourados (MS)646 votos3,1%
  3. Bonito (MS)544 votos2,6%
  4. Sidrolândia (MS)499 votos2,4%
  5. Deodápolis (MS)433 votos2,1%
  6. Outras 62 cidades2.324 votos11%
As outras 4 eleições para deputado
21.195 votos
votos para deputado estadual em 2014
Cada quadrado é 1% de 21.195 votos.
  1. Campo Grande (MS)15.744 votos74,3%
  2. Bataguassu (MS)429 votos2%
  3. Deodápolis (MS)396 votos1,9%
  4. Glória de Dourados (MS)323 votos1,5%
  5. Bonito (MS)321 votos1,5%
  6. Outras 55 cidades2.082 votos9,8%
20.604 votos
votos para deputado estadual em 2010
Cada quadrado é 1% de 20.604 votos.
  1. Campo Grande (MS)16.910 votos82,1%
  2. Bataguassu (MS)372 votos1,8%
  3. Deodápolis (MS)370 votos1,8%
  4. Sidrolândia (MS)340 votos1,7%
  5. Dourados (MS)223 votos1,1%
  6. Outras 56 cidades1.233 votos6%
14.525 votos
votos para deputado estadual em 2006
Cada quadrado é 1% de 14.525 votos.
  1. Campo Grande (MS)12.745 votos87,7%
  2. Deodápolis (MS)493 votos3,4%
  3. Bataguassu (MS)240 votos1,7%
  4. Sidrolândia (MS)97 votos0,7%
  5. Dourados (MS)81 votos0,6%
  6. Outras 49 cidades394 votos2,7%
11.130 votos
votos para deputado estadual em 2002
Cada quadrado é 1% de 11.130 votos.
  1. Campo Grande (MS)8.182 votos73,5%
  2. Deodápolis (MS)688 votos6,2%
  3. Glória de Dourados (MS)252 votos2,3%
  4. Dourados (MS)222 votos2%
  5. Angélica (MS)204 votos1,8%
  6. Outras 50 cidades657 votos5,9%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2018, Cabo Almi declarou R$ 1,4 mi em bens, em reais de hoje: 32 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Mato Grosso do Sul. Entre 2006 e 2018, o total subiu R$ 1 mi acima da inflação.

Cada quadrado, R$ 50 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 1,4 mi
em bens declarados em 2018, em reais de setembro de 2026 (R$ 904.240 na declaração)

Declarou 32 vezes a mediana dos candidatos a deputado estadual em Mato Grosso do Sul em 2018.

  • Cabo AlmiR$ 1,4 mi
  • Mediana dos candidatosR$ 42,6 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 2,1 mi

Cada quadrado, R$ 100 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 1,4 mi. Toque numa parte para abrir.
Os 16 itens declarados em 2018, do maior ao menor
  1. Imóvel ResidencialR$ 433,8 mil
    Casa
  2. Bradesco Consórcio Grupo 4844R$ 432,2 mil
    Consórcio não contemplado
  3. Imóvel ResidencialR$ 213,1 mil
    Casa
  4. Imóvel Quadra 05R$ 129,4 mil
    Terreno
  5. Hyunday HB20R$ 60,7 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  6. VW Voyage 1.6 TrendR$ 29,7 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  7. GM Celta SuperR$ 17,8 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  8. VW Kombi, Ano/Modelo 1996, Cor Branca, Placa HRH 2061R$ 15,2 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  9. Veículo Fiat UnoR$ 12,2 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  10. Motocicleta Honda CG 125R$ 7.305
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  11. BB Consórcio de AutomóveisR$ 7.302
    Consórcio não contemplado
  12. Brasilprev Seguros e Previdência S/AR$ 5.350
    Outras aplicações
  13. Motocicleta Honda CG 150 Titan KSR$ 4.185
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  14. Motocicleta Honda CG 150 Titan KSR$ 4.079
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  15. Motocicleta Honda CG 125 TitanR$ 3.044
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  16. Banco do BrasilR$ 979
    Conta corrente no país

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 7 campanhas com contas prestadas, Cabo Almi declarou ao TSE R$ 3 milhões em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2014, para deputado estadual: R$ 1,2 milhão.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 50 mil.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2018 · Deputado estadual · Mato Grosso do Sul · PT · eleito

De onde veio

R$ 201,8 mil
32% veio de fundos públicos; 8 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 201,8 mil.
  1. Próprio bolsoR$ 113,8 mil56,4%
  2. Fundo eleitoralTudo de Partido Dos TrabalhadoresR$ 60,3 mil29,9%
  3. Pessoas8 pessoas, não nomeadasR$ 16,6 mil8,2%
  4. PartidoR$ 6.8533,4%
  5. Outros candidatosR$ 4.2612,1%

Para onde foi

R$ 164,1 mil
O maior gasto foi com material impresso: 42% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 164,1 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Pessoal46 pessoas, não nomeadasR$ 50,3 mil30,7%
  2. EventosR$ 5.6413,4%
  3. InternetR$ 9050,6%

Quanto custou cada voto: deputado estadual, Mato Grosso do Sul, 2018

Mediana da disputa: R$ 28,4 por voto. Quem venceu, Pedro Kemp, gastou R$ 13,7 por voto. O voto mais caro custou R$ 2.334; o mais barato, R$ 13,7.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2018, deputado estadual: 129 votos por R$ 1.000, 3,1 vezes a mediana da disputa.
  • 2014, deputado estadual: 18 votos por R$ 1.000, 1,6 vez a mediana da disputa.
  • 2010, deputado estadual: 18 votos por R$ 1.000, 1,8 vez a mediana da disputa.
  • 2008, vereador: 86 votos por R$ 1.000, 3,4 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.