Apuração
Vereador · 2020 · PSD

Coronel Piccinini

Edvaldo Piccinini Teixeira · nasceu em 1945

Coronel Piccinini se candidatou em 5 eleições, de 2012 a 2020, e foi eleito em 1.

01

Centro, pelo partido

Pelo partidoPSD−0,06← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2012PSB2014PSB2016PSB2018PSB2020PSD← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012.

Passou por 2 partidos: PSB (2012–2018), PSD (2020).

Dep. estadualVereadorPartidoPSBPSD20122014201620182020
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.

Declarou ao TSE em 2020: 75 anos, superior completo, vereador, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2020
    PSD 55190· direita
    suplente
  2. 2018
    Deputado estadual · Minas Gerais
    PSB 40190· centro-esquerda
    suplente21.052 votos; 128º mais votado de 1.255 no estado
  3. 2016
    PSB 40190· centro-esquerda
    suplente7.294 votos
  4. 2014
    Deputado estadual · Minas Gerais
    PSB 40190· centro-esquerda
    suplente32.762 votos; 100º mais votado de 1.055 no estado
  5. 2012
    PSB 40190· centro-esquerda
    eleito7.480 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2018, Coronel Piccinini teve 21.052 votos para deputado estadual, 0,2% dos votos válidos do estado: 128º lugar entre 1.255 candidatos.

Recebeu votos em 465 cidades. Belo Horizonte deu 26,0% deles; as 15 cidades que mais votaram, 55,9%.

21.052 votos
votos para deputado estadual em 2018
Cada quadrado é 1% de 21.052 votos.
  1. Belo Horizonte (MG)5.483 votos26%
  2. Juiz de Fora (MG)2.149 votos10,2%
  3. Muriaé (MG)591 votos2,8%
  4. Contagem (MG)485 votos2,3%
  5. Descoberto (MG)414 votos2%
  6. Outras 450 cidades9.287 votos44,1%
As outras 1 eleições para deputado
32.762 votos
votos para deputado estadual em 2014
Cada quadrado é 1% de 32.762 votos.
  1. Belo Horizonte (MG)13.920 votos42,5%
  2. Juiz de Fora (MG)3.802 votos11,6%
  3. Contagem (MG)982 votos3%
  4. Boa Esperança (MG)598 votos1,8%
  5. Governador Valadares (MG)512 votos1,6%
  6. Outras 529 cidades9.513 votos29%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2020, Coronel Piccinini declarou R$ 2,8 mi em bens, em reais de hoje: 130 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Entre 2012 e 2020, o total caiu R$ 1,1 mi, já descontada a inflação.

Cada quadrado, R$ 200 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 2,8 mi
em bens declarados em 2020, em reais de setembro de 2026 (R$ 1.943.509 na declaração)

Declarou 130 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2020.

  • Coronel PiccininiR$ 2,8 mi
  • Mediana dos candidatosR$ 21,5 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 96,2 mil

Cada quadrado, R$ 100 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 2,8 mi. Toque numa parte para abrir.
Os 9 itens declarados em 2020, do maior ao menor
  1. Casa na Rua AmetistaR$ 1,7 mi
    Casa
  2. Apartamento 301 no Edifício Meiry FerrazR$ 613,9 mil
    Apartamento
  3. Casa na Rua Guilhermina RebeloR$ 352,2 mil
    Casa
  4. Crédito Edvaldo Piccinini Teixeira JuniorR$ 126,4 mil
    Crédito decorrente de empréstimo
  5. Sicoob - Coop de Crédito Servidores MilitaresR$ 12,2 mil
    Outras aplicações
  6. Caixa Econômica FederalR$ 4.621
    Outras aplicações
  7. Sicoob - Coop de Crédito Servidores MilitaresR$ 2.262
    Outras aplicações
  8. Sicoob - Coop de Crédito Servidores MilitaresR$ 316
    Outras aplicações
  9. Banco Itaú S/AR$ 220
    Outras aplicações

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 5 campanhas com contas prestadas, Coronel Piccinini declarou ao TSE R$ 1,5 milhão em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2014, para deputado estadual: R$ 609 mil, 0,2% de dinheiro público.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 20 mil.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2020 · Vereador · Belo Horizonte (MG) · PSD · suplente

De onde veio

R$ 154,3 mil
9,2% veio de fundos públicos; 2 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 154,3 mil.
  1. Próprio bolsoR$ 83,5 mil54,1%
  2. Pessoas2 pessoas, não nomeadasR$ 56,6 mil36,7%
  3. Fundo eleitoralTudo de Comissao Provisoria Do Partido Social Democratico Do Municipio De Belo HorizonteR$ 14,2 mil9,2%

Para onde foi

R$ 154,3 mil
O maior gasto foi com serviços: 61% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 154,3 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Serviços81 pessoas, não nomeadasR$ 93,6 mil60,7%
  2. EscritórioR$ 1.4390,9%

Quanto custou cada voto: vereador, Belo Horizonte (MG), 2020

Mediana da disputa: R$ 151 por voto. Quem venceu, Professora Marli, gastou R$ 45,8 por voto. O voto mais caro custou R$ 263; o mais barato, R$ 45,8.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2020, vereador: 14 votos por R$ 1.000, 37% da mediana da disputa.
  • 2018, deputado estadual: 66 votos por R$ 1.000, 74% da mediana da disputa.
  • 2016, vereador: 39 votos por R$ 1.000, 76% da mediana da disputa.
  • 2014, deputado estadual: 54 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.