Apuração
Vereador · 2020 · REPUBLICANOS

Coronel Hector

Hector Pericles de Castro · nasceu em 1967

Coronel Hector se candidatou em 2 eleições, de 2018 a 2020, e foi eleito em nenhuma.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoREPUBLICANOS+0,56← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2018PROS2020REPUBLICANOS← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 2 partidos: PROS (2018), REPUBLICANOS (2020).

Dep. estadualVereadorPartidoPROSREPUBLICANOS20182020
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.

Declarou ao TSE em 2020: 53 anos, superior completo, aposentado (exceto servidor público), cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2020
    Vereador · Sinop (MT)
    REPUBLICANOS 10193· direita
    suplente
  2. 2018
    Deputado estadual · Mato Grosso
    PROS 90199· direita
    suplente1.015 votos; 168º mais votado de 329 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2018, Coronel Hector teve 1.015 votos para deputado estadual, 0,1% dos votos válidos do estado: 168º lugar entre 329 candidatos.

Recebeu votos em 42 cidades. Sinop deu 61,7% deles; as 15 cidades que mais votaram, 94,5%.

1.015 votos
votos para deputado estadual em 2018
Cada quadrado é 1% de 1.015 votos.
  1. Sinop (MT)626 votos61,7%
  2. Cuiabá (MT)187 votos18,4%
  3. Várzea Grande (MT)36 votos3,5%
  4. Rondonópolis (MT)27 votos2,7%
  5. União do Sul (MT)18 votos1,8%
  6. Outras 27 cidades56 votos5,5%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2020, Coronel Hector declarou R$ 5,4 mi em bens, em reais de hoje: 92 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Mato Grosso. Entre 2018 e 2020, o total subiu R$ 4,1 mi acima da inflação.

Cada quadrado, R$ 200 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 5,4 mi
em bens declarados em 2020, em reais de setembro de 2026 (R$ 3.777.000 na declaração)

Declarou 92 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Mato Grosso em 2020.

  • Coronel HectorR$ 5,4 mi
  • Mediana dos candidatosR$ 58,9 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 208,3 mil

Cada quadrado, R$ 200 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 5,4 mi. Toque numa parte para abrir.
Os 4 itens declarados em 2020, do maior ao menor
  1. Imovel urbano com casa em alvenaria localizada na avenida…R$ 2,9 mi
    Casa
  2. Casa em alvenaria com area de 300M² em sinop/mtR$ 1,3 mi
    Casa
  3. Conjunto contendo 15 kitnets em varzea grandeR$ 1,2 mi
    Outros bens imóveis
  4. Veiculo fiat unoR$ 38,8 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Coronel Hector declarou ao TSE R$ 184 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2020, para vereador: R$ 107 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 5 mil.
dinheiro públicodemais fontesToque numa campanha para abrir as contas dela.

2020 · Vereador · Sinop (MT) · REPUBLICANOS · suplente

De onde veio

R$ 106,8 mil
0% veio de fundos públicos; 7 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 106,8 mil.
  1. PessoasR$ 103,5 mil96,8%
  2. PartidoR$ 3.3613,1%
  3. Próprio bolsoR$ 33< 0,1%

Para onde foi

R$ 92 mil
O maior gasto foi com serviços: 42% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 92 mil.
  1. ServiçosR$ 39,1 mil42,5%
  2. PessoalR$ 27,6 mil30%
  3. Material impressoR$ 15,2 mil16,5%
  4. InternetR$ 6.4367%
  5. TransporteR$ 2.3732,6%
  6. EscritórioR$ 950,1%

Quanto custou cada voto: vereador, Sinop (MT), 2020

Coronel Hector: R$ 140 por voto (mediana da disputa, R$ 165). Quem venceu, Lucinei, gastou R$ 120 por voto. O voto mais caro custou R$ 558; o mais barato, R$ 99,7.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Coronel Hector. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Psicóloga Wal MDBR$ 85 mil · 152 votosR$ 558
  • Deusa MDBR$ 99 mil · 191 votosR$ 518
  • Testa MDBR$ 113 mil · 245 votosR$ 460
  • Marli Petry MDBR$ 144 mil · 333 votosR$ 434
  • Maria José Da Saude MDBR$ 162 mil · 579 votosR$ 279
  • Mauro Garcia MDBR$ 134 mil · 585 votosR$ 229
  • Pancoso MDBR$ 77 mil · 465 votosR$ 165
  • Lindomar Guida REPUBLICANOSR$ 98 mil · 607 votosR$ 161
  • Coronel Hector REPUBLICANOSR$ 92 mil · 658 votosR$ 140
  • Lucinei MDBR$ 113 mil · 942 votosR$ 120
  • Thiago Rodrigues PLR$ 79 mil · 767 votosR$ 103
  • Gilson De Oliveira PLR$ 91 mil · 912 votosR$ 99,7

Votos por real

  • 2020, vereador: 7,2 votos por R$ 1.000, 37% da mediana da disputa.
  • 2018, deputado estadual: 14 votos por R$ 1.000, 59% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.