Coronel Charlon
Charlon da Rocha Silva · nasceu em 1971
Coronel Charlon se candidatou em 3 eleições, de 2010 a 2018, e foi eleito em nenhuma.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 3 partidos: PRP (2010), PP (2012), PRTB (2018).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: governador, 2018, não eleito.
Declarou ao TSE em 2018: 47 anos, superior completo, policial militar, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2018
- 2012
- 2010Deputado estadual · RondôniaPRP 44123· direita· na urna, Major Charlonsuplente1.848 votos; 97º mais votado de 301 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2010, Coronel Charlon teve 1.848 votos para deputado estadual, 0,2% dos votos válidos do estado: 97º lugar entre 301 candidatos.
Recebeu votos em 37 cidades. Porto Velho deu 63,5% deles; as 15 cidades que mais votaram, 97,3%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2018, Coronel Charlon declarou R$ 1,8 mi em bens, em reais de hoje: 3 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Rondônia. Entre 2010 e 2018, o total subiu R$ 1,1 mi acima da inflação.
Declarou 3 vezes a mediana dos candidatos a governador em Rondônia em 2018.
- Coronel CharlonR$ 1,8 mi
- Mediana dos candidatosR$ 585,2 mil
Cada quadrado, R$ 50 mil.
Os 6 itens declarados em 2018, do maior ao menor
- #Nulo#R$ 1,4 miCasa
- #Nulo#R$ 248,1 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- #Nulo#R$ 106,5 milOutras participações societárias
- #Nulo#R$ 30,4 milOutras participações societárias
- #Nulo#R$ 11,4 milOutras participações societárias
- #Nulo#R$ 8.371Outras participações societárias
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Coronel Charlon declarou ao TSE R$ 979 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2018, para governador: R$ 683 mil.
Campanha a campanha
2018 · Governador · Rondônia · PRTB · não eleito
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 660,9 mil96,8%
- PessoasR$ 22,2 mil3,2%
Para onde foi
- InternetR$ 19,6 mil3%
- EscritórioR$ 7.2331,1%
- PessoalR$ 2.1110,3%
Quanto custou cada voto: governador, Rondônia, 2018
Coronel Charlon: R$ 35,1 por voto (mediana da disputa, R$ 4,23). Quem venceu, Coronel Marcos Rocha, gastou R$ 4,23 por voto. O voto mais caro custou R$ 39,2; o mais barato, R$ 0,35.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Coronel Charlon. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 2 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Expedito Junior PSDBR$ 9,5 milhões · 241.885 votosR$ 39,2
- Maurao De Carvalho MDBR$ 6,6 milhões · 173.690 votosR$ 37,8
- Coronel Charlon PRTBR$ 661 mil · 18.809 votosR$ 35,1
- Coronel Marcos Rocha PSLR$ 778 mil · 183.691 votosR$ 4,23
- Pimenta De Rondonia PSOLR$ 138 mil · 36.982 votosR$ 3,73
- Vinicius Miguel REDER$ 39 mil · 110.585 votosR$ 0,35
Votos por real
- 2018, governador: 28 votos por R$ 1.000, 22% da mediana da disputa.
- 2012, vereador: 7,3 votos por R$ 1.000, 23% da mediana da disputa.
- 2010, deputado estadual: 9,7 votos por R$ 1.000, 32% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.