Apuração
Vereador · 2008 · PP

Compadre Có, Có e Sebastião Có

Sebastiao Amancio da Luz · nasceu em 1951

Compadre Có, Có e Sebastião Có se candidatou em 2 eleições, de 2004 a 2008, e foi eleito em 1.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoPP+0,67← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004PP2008PP← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004.

Sempre pelo PP.

VereadorPartidoPP200420062008
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2008, suplente.

Declarou ao TSE em 2008: 57 anos, até o fundamental, serventuário de justiça. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2008
    PP 11111· direita
    suplente115 votos
  2. 2004
    PP 11111· direita· na urna, Compadre Có
    eleito251 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2008, Compadre Có, Có e Sebastião Có declarou R$ 1,3 mi em bens, em reais de hoje: 20 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Goiás.

R$ 1,3 mi
em bens declarados em 2008, em reais de setembro de 2026 (R$ 498.000 na declaração)

Declarou 20 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Goiás em 2008.

  • Compadre Có, Có e Sebastião CóR$ 1,3 mi
  • Mediana dos candidatosR$ 67,4 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 129,4 mil

Cada quadrado, R$ 50 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 1,3 mi. Toque numa parte para abrir.
Os 5 itens declarados em 2008, do maior ao menor
  1. 68 Hectares de terra fazenda olariaR$ 808,9 mil
    Bens rurais e animais
  2. 70 Cabeças de gadoR$ 269,6 mil
    Bens rurais e animais
  3. 01 Casa residencialR$ 134,8 mil
    Imóveis
  4. Uma camionete D20 ano 1994R$ 102,5 mil
    Veículos, barcos e aeronaves
  5. Dinheiro em caixaR$ 27 mil
    Dinheiro e aplicações

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Compadre Có, Có e Sebastião Có declarou ao TSE R$ 6,9 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 4,4 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 200.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2008 · Vereador · Corumbá de Goiás (GO) · PP · suplente

De onde veio

R$ 4.383
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 2 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 4.383.
  1. Próprio bolsoR$ 2.31652,8%
  2. PessoasR$ 1.56635,7%
  3. Outros candidatosR$ 50111,4%

Para onde foi

R$ 4.386
O maior gasto foi com material impresso: 46% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 4.386.
  1. Material impressoR$ 2.02146,1%
  2. OutrosR$ 1.59836,4%
  3. TransporteR$ 54912,5%
  4. EscritórioR$ 2174,9%

Quanto custou cada voto: vereador, Corumbá de Goiás (GO), 2008

Mediana da disputa: R$ 137 por voto. Quem venceu, Cristiano Do Marabá, gastou R$ 74,5 por voto. O voto mais caro custou R$ 1.225; o mais barato, R$ 74,5.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Araújo PVR$ 25 mil · 20 votosR$ 1.225
  • Belgi Da Ambulância PSBR$ 16 mil · 22 votosR$ 749
  • Samuel Vieira PVR$ 23 mil · 60 votosR$ 386
  • Serginho PVR$ 14 mil · 40 votosR$ 343
  • Flavio Assunção PDTR$ 18 mil · 69 votosR$ 266
  • Ronaldo Neguinho PDTR$ 11 mil · 54 votosR$ 205
  • Raimundinho PSBR$ 14 mil · 100 votosR$ 137
  • Vinicius PTBR$ 14 mil · 142 votosR$ 101
  • Elci PTBR$ 19 mil · 200 votosR$ 95,7
  • Wesley Do Adalto PTBR$ 12 mil · 153 votosR$ 79,1
  • Elio PTBR$ 16 mil · 209 votosR$ 78,8
  • Cristiano Do Marabá PSBR$ 19 mil · 256 votosR$ 74,5

Votos por real

  • 2008, vereador: 26 votos por R$ 1.000, 1,9 vez a mediana da disputa.
  • 2004, vereador: 101 votos por R$ 1.000, 2,1 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.