Comin
Anderson Paulo Comin · nasceu em 1970
Comin disputou uma eleição, em 2012, para prefeito (Cocal do Sul (SC)), pelo MDB: não eleito.
Centro-direita, pelo partido
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2012, não eleito.
Declarou ao TSE em 2012: 42 anos, superior incompleto, gerente. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2012
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2012, Comin declarou ao TSE R$ 48 mil em receitas, em reais de hoje.
2012 · Prefeito · Cocal do Sul (SC) · MDB · não eleito
De onde veio
- PartidoTudo de Comitê Financeiro Municipal ÚnicoR$ 46,9 mil96,9%
- PessoasR$ 1.5163,1%
Para onde foi
- OutrosTudo de Comitê Financeiro Municipal ÚnicoR$ 11,5 mil23,9%
Quanto custou cada voto: prefeito, Cocal do Sul (SC), 2012
Comin: R$ 25,1 por voto (mediana da disputa, R$ 21,2). Quem venceu, Ademir Magagnin, gastou R$ 21,2 por voto. O voto mais caro custou R$ 25,1; o mais barato, R$ 4,09.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Comin. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Comin MDBR$ 48 mil · 1.931 votosR$ 25,1
- Vicente PSDBR$ 73 mil · 3.397 votosR$ 21,5
- Ademir Magagnin PPR$ 80 mil · 3.771 votosR$ 21,2
- Furlan PDTR$ 7 mil · 1.713 votosR$ 4,09
Votos por real
- 2012, prefeito: 40 votos por R$ 1.000, 85% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.