Coió
Gilberto Valdemar Rosa · nasceu em 1953
Coió se candidatou em 5 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em todas.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004, 2008, 2012, 2016 e 2020.
Sempre pelo PP.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, eleito.
Declarou ao TSE em 2020: 67 anos, ensino médio, vereador, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Coió declarou R$ 131,8 mil em bens, em reais de hoje: 2,3 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Sul. Entre 2008 e 2020, o total caiu R$ 44,4 mil, já descontada a inflação.
Declarou 2,3 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2020.
- CoióR$ 131,8 mil
- Mediana dos candidatosR$ 57,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 206,9 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Os 8 itens declarados em 2020, do maior ao menor
- Casa de AlvenariaR$ 60,6 milCasa
- Veículo ASTRAR$ 38,8 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Area de 93222R$ 13,4 milTerra nua
- Area de 56778R$ 8.044Terra nua
- Fundo de Investimento BanrisulR$ 5.203Fundo de Curto Prazo
- Area de 23067R$ 3.644Terra nua
- Terreno de 1.068 m2R$ 1.724Terreno
- Terreno de 534 m2R$ 431Terreno
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 5 campanhas com contas prestadas, Coió declarou ao TSE R$ 16 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2020, para vereador: R$ 7,3 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · São Vicente do Sul (RS) · PP · eleito
De onde veio
Para onde foi
- Rádio, TV e vídeoTudo de Emerson Martins Pereira 00223493082R$ 2.12329%
- ServiçosTudo de Mateus Lopes Lutz 03409458000R$ 1.48620,3%
- PessoalR$ 3334,5%
- EscritórioR$ 280,4%
Quanto custou cada voto: vereador, São Vicente do Sul (RS), 2020
Coió: R$ 17,4 por voto (mediana da disputa, R$ 21,5). Quem venceu, Alex Martins, gastou R$ 6,67 por voto. O voto mais caro custou R$ 161; o mais barato, R$ 6,67.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Coió. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Luizinho PPR$ 7,9 mil · 49 votosR$ 161
- Jose Paulo Pacheco PDTR$ 1,5 mil · 17 votosR$ 89,2
- Fernanda Furlan PTR$ 2,6 mil · 60 votosR$ 43,9
- Agente Guta PTR$ 1,5 mil · 48 votosR$ 32
- Dani PTR$ 4,7 mil · 205 votosR$ 23,1
- Joel Telles PTR$ 2,6 mil · 115 votosR$ 23
- Maria Helena Vicente PPR$ 8,6 mil · 400 votosR$ 21,5
- Coió PPR$ 7,3 mil · 420 votosR$ 17,4
- Gilmar Giacomelli PDTR$ 2,2 mil · 147 votosR$ 15,1
- João Cassol PPR$ 2,8 mil · 202 votosR$ 14
- David PTR$ 2,7 mil · 197 votosR$ 13,5
- Alex Martins PTBR$ 1,8 mil · 273 votosR$ 6,67
Votos por real
- 2020, vereador: 57 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 149 votos por R$ 1.000, 3,6 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 146 votos por R$ 1.000, 3,8 vezes a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 297 votos por R$ 1.000, 6,1 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.