Apuração
Deputado estadual · 2010 · PSC

Coelho

Edilson Garcia · nasceu em 1951

Coelho se candidatou em 3 eleições, de 2002 a 2010, e foi eleito em 1. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoPSC+0,38← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2002PST2004PL2010PSC← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: prefeito, em 2004.

Passou por 3 partidos: PST (2002), PL (2004), PSC (2010).

Dep. federalDep. estadualPrefeitoPartidoPSTPLPSC20022004200620082010
eleitosuplente ou vicenão eleitonão chegou à urna
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado estadual, 2010, candidatura não chegou à urna.

Declarou ao TSE em 2010: 58 anos, superior completo, comerciante. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2010
    Deputado estadual · São Paulo
    PSC 20368· direita
    candidatura não chegou à urna
  2. 2004
    Prefeito · Mirassol (SP)
    PL 22· direita
    eleito12.038 votos, 43,2%
  3. 2002
    Deputado federal · São Paulo
    PST 1840· centro-direita
    não eleito8.619 votos; 236º mais votado de 703 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2002, Coelho teve 8.619 votos para deputado federal, 0,0% dos votos válidos do estado: 236º lugar entre 703 candidatos.

Recebeu votos em 98 cidades. Mirassol deu 83,2% deles; as 15 cidades que mais votaram, 96,8%.

8.619 votos
votos para deputado federal em 2002
Cada quadrado é 1% de 8.619 votos.
  1. Mirassol (SP)7.168 votos83,2%
  2. São Paulo (SP)496 votos5,8%
  3. São José do Rio Preto (SP)215 votos2,5%
  4. Marília (SP)76 votos0,9%
  5. Bálsamo (SP)75 votos0,9%
  6. Outras 83 cidades275 votos3,2%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Coelho declarou ao TSE R$ 123 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2002, para deputado federal: R$ 123 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 5 mil.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2004 · Prefeito · Mirassol (SP) · PL · eleito

De onde veio

R$ 65
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 1 pessoa doou. Em reais de hoje.

Para onde foi

R$ 65
O maior gasto foi com escritório: 100% do total. Em reais de hoje.

Quanto custou cada voto: prefeito, Mirassol (SP), 2004

Coelho: R$ 0,01 por voto (mediana da disputa, R$ 17,1). O voto mais caro custou R$ 279; o mais barato, R$ 0,01.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2004, prefeito: 12.038 votos por R$ 1.000, 263 vezes a mediana da disputa.
  • 2002, deputado federal: 70 votos por R$ 1.000, 39% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.