Apuração
Prefeito · 2004 · PT

Cocota

Roberto Naves Cocota · nasceu em 1963

Cocota se candidatou em 2 eleições, de 2002 a 2004, e foi eleito em nenhuma.

01

Centro-esquerda, pelo partido

Pelo partidoPT−0,20← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2002CIDADANIA2004PT← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 2 partidos: CIDADANIA (2002), PT (2004).

Dep. federalPrefeitoPartidoCIDADANIAPT20022004
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2004, não eleito.

Declarou ao TSE em 2004: 41 anos, superior completo, medico. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2004
    Prefeito · Araguari (MG)
    PT 13· centro-esquerda
    não eleito1.621 votos, 2,5%
  2. 2002
    Deputado federal · Minas Gerais
    CIDADANIA 2355· centro
    suplente33.575 votos; 75º mais votado de 415 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2002, Cocota teve 33.575 votos para deputado federal, 0,3% dos votos válidos do estado: 75º lugar entre 415 candidatos.

Recebeu votos em 222 cidades. Araguari deu 89,7% deles; as 15 cidades que mais votaram, 97,9%.

33.575 votos
votos para deputado federal em 2002
Cada quadrado é 1% de 33.575 votos.
  1. Araguari (MG)30.115 votos89,7%
  2. Vazante (MG)971 votos2,9%
  3. Uberlândia (MG)310 votos0,9%
  4. Araxá (MG)272 votos0,8%
  5. Cascalho Rico (MG)252 votos0,8%
  6. Outras 207 cidades713 votos2,1%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Cocota declarou ao TSE R$ 52 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2004, para prefeito: R$ 28 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 1 mil.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2004 · Prefeito · Araguari (MG) · PT · não eleito

De onde veio

R$ 28,1 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 7 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 28,1 mil.
  1. Pessoas7 pessoas, não nomeadasR$ 17,5 mil62,3%
  2. Próprio bolsoR$ 5.70220,3%
  3. EmpresasTudo de Orcino Borges De OliveiraR$ 4.88717,4%

Para onde foi

R$ 28,1 mil
O maior gasto foi com material impresso: 76% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 28,1 mil. Toque numa parte para abrir.

Quanto custou cada voto: prefeito, Araguari (MG), 2004

Cocota: R$ 17,3 por voto (mediana da disputa, R$ 15,2). Quem venceu, Marcos Alvim, gastou R$ 15,2 por voto. O voto mais caro custou R$ 17,3; o mais barato, R$ 1,44.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Cocota. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2004, prefeito: 58 votos por R$ 1.000, 92% da mediana da disputa.
  • 2002, deputado federal: 1.436 votos por R$ 1.000, 7 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.