Cleyton Martins
Cleyton Martins Ribeiro · nasceu em 1984
Cleyton Martins se candidatou em 2 eleições, de 2018 a 2020, e foi eleito em nenhuma.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: SOLIDARIEDADE (2018), PSD (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 36 anos, superior incompleto, servidor público federal, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2018Deputado estadual · Rio de JaneiroSOLIDARIEDADE 77321· centro-direitasuplente1.913 votos; 534º mais votado de 2.242 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2018, Cleyton Martins teve 1.913 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 534º lugar entre 2.242 candidatos.
Recebeu votos em 43 cidades. Rio das Ostras deu 66,8% deles; as 15 cidades que mais votaram, 96,9%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Cleyton Martins declarou R$ 28,7 mil em bens, em reais de hoje.
Mais da metade (60%) dos candidatos a vereador no Rio de Janeiro não declarou nenhum bem em 2020.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Cleyton Martins declarou ao TSE R$ 29 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2018, para deputado estadual: R$ 23 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Conceição de Macabu (RJ) · PSD · suplente
De onde veio
- Fundo eleitoralR$ 4.16273,7%
- Outros candidatosR$ 1.48626,3%
Para onde foi
- OutrosR$ 3.34180,6%
- Material impressoR$ 80719,4%
Quanto custou cada voto: vereador, Conceição de Macabu (RJ), 2020
Cleyton Martins: R$ 28 por voto (mediana da disputa, R$ 15,6). Quem venceu, Nathalia Braga, gastou R$ 13,3 por voto. O voto mais caro custou R$ 297; o mais barato, R$ 12,6.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Cleyton Martins. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Nega Marli PSDR$ 4,2 mil · 14 votosR$ 297
- Jamile Peixoto REPUBLICANOSR$ 8,5 mil · 129 votosR$ 65,8
- Babu Da Saúde PSDR$ 4,2 mil · 78 votosR$ 53,4
- Cleyton Martins PSDR$ 4,1 mil · 148 votosR$ 28
- Baiano PSDR$ 4,9 mil · 252 votosR$ 19,3
- Celson Da Lage PSDR$ 4,2 mil · 230 votosR$ 18,1
- Dr Fernando Veterinario PSDR$ 4,1 mil · 265 votosR$ 15,6
- Coutinho Ramalho PSDR$ 4,2 mil · 277 votosR$ 15
- Neto PSDR$ 5,6 mil · 379 votosR$ 14,7
- Dhal PSDR$ 4,1 mil · 303 votosR$ 13,7
- Nathalia Braga PSDR$ 4,2 mil · 313 votosR$ 13,3
- Filipe Felix CIDADANIAR$ 4,8 mil · 384 votosR$ 12,6
Votos por real
- 2020, vereador: 36 votos por R$ 1.000, 49% da mediana da disputa.
- 2018, deputado estadual: 111 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.