Cleimar
Cleimar da Rosa · nasceu em 1967
Cleimar disputou uma eleição, em 2004, para prefeito (Mariano Moro (RS)), pelo PDT: eleito.
Centro-esquerda, pelo partido
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2004, eleito.
Declarou ao TSE em 2004: 37 anos, até o fundamental. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2004, Cleimar declarou ao TSE R$ 29 mil em receitas, em reais de hoje.
2004 · Prefeito · Mariano Moro (RS) · PDT · eleito
De onde veio
- Pessoas8 pessoas, não nomeadasR$ 25,7 mil90,3%
- EmpresasTudo de Vilmar Mattia-MeR$ 2.7699,7%
Para onde foi
- TransporteTudo de Posto BattistiR$ 17,6 mil61,6%
- Material impressoTudo de GraffoluzR$ 7.55926,5%
- EventosR$ 1.1243,9%
- EscritórioR$ 6292,2%
Quanto custou cada voto: prefeito, Mariano Moro (RS), 2004
Cleimar: R$ 27,2 por voto (mediana da disputa, R$ 20,5).
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Votos por real
- 2004, prefeito: 37 votos por R$ 1.000, 86% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.