Apuração
Deputado estadual · 2018 · MDB

Cleidson Rocha

Cleidison de Jesus Rocha · nasceu em 1964

Cleidson Rocha se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2018, e foi eleito em 1. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoMDB+0,27← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004MDB2012MDB2018MDB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: prefeito, em 2012.

Sempre pelo MDB.

Dep. estadualPrefeitoPartidoMDB20042006200820102012201420162018
eleitosuplente ou vicenão eleitonão chegou à urna
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado estadual, 2018, candidatura não chegou à urna.

Declarou ao TSE em 2018: 53 anos, superior completo, professor de ensino superior, cor parda. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2018
    Deputado estadual · Acre
    MDB 15258· direita
    candidatura não chegou à urna
  2. 2012
    Prefeito · Mâncio Lima (AC)
    MDB 15· centro-direita· na urna, Cleidison Rocha
    eleito3.149 votos, 37,3%
  3. 2004
    Prefeito · Mâncio Lima (AC)
    MDB 15· centro· na urna, Cleidison Rocha
    não eleito1.900 votos, 31,1%

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2018, Cleidson Rocha declarou R$ 312 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2012 e 2018, o total caiu R$ 487,8 mil, já descontada a inflação.

Cada quadrado, R$ 20 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 312 mil
em bens declarados em 2018, em reais de setembro de 2026 (R$ 205.000 na declaração)

Mais da metade (52%) dos candidatos a deputado estadual no Acre não declarou nenhum bem em 2018.

Cada quadrado é 1% de R$ 312 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 3 campanhas com contas prestadas, Cleidson Rocha declarou ao TSE R$ 52 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2004, para prefeito: R$ 47 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 2 mil.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2018 · Deputado estadual · Acre · MDB · candidatura não chegou à urna

De onde veio

R$ 1.357
0% veio de fundos públicos; 2 pessoas doaram. Em reais de hoje.

Para onde foi

Nada declarado em 2018.

Quanto custou cada voto: deputado estadual, Acre, 2018

Mediana da disputa: R$ 58,7 por voto. Quem venceu, Gerlen Diniz, gastou R$ 26,3 por voto. O voto mais caro custou R$ 60.356; o mais barato, R$ 26,3.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2012, prefeito: 777 votos por R$ 1.000, 44 vezes a mediana da disputa.
  • 2004, prefeito: 41 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.