Apuração
Vice-prefeita · 2016 · MDB

Cleide Lapeiro

Cleide Paz Lopes Barbosa · nasceu em 1978

Cleide Lapeiro se candidatou em 2 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleita em 1.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoMDB+0,25← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004MDB2016MDB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereadora, em 2004.

Sempre pelo MDB.

Vice-prefeitaVereadoraPartidoMDB2004200620082010201220142016
eleitasuplente ou vicenão eleita
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vice-prefeita, 2016, chapa não eleita.

Declarou ao TSE em 2016: 38 anos, superior completo, professor de ensino médio, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2016
    MDB 55· centro-direita
    Na chapa de Saulo Barbosa
    chapa não eleita1.178 votos da chapa, 46,3%
  2. 2004
    MDB 15606· centro
    eleita162 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2016, Cleide Lapeiro declarou R$ 32,5 mil em bens, em reais de hoje.

R$ 32,5 mil
em bens declarados em 2016, em reais de setembro de 2026 (R$ 20.000 na declaração)
Cada quadrado é 1% de R$ 32,5 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2004, Cleide Lapeiro declarou ao TSE R$ 5,2 mil em receitas, em reais de hoje.

2004 · Vereadora · Marianópolis do Tocantins (TO) · MDB · eleita

De onde veio

R$ 5.190
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado. Em reais de hoje.

Para onde foi

R$ 5.190
O maior gasto foi com transporte: 39% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 5.190.
  1. TransporteTudo de Distribuidora De Petroleo Tocantins Ltda.R$ 2.03039,1%
  2. Pessoal1 pessoas, não nomeadasR$ 1.69432,6%
  3. Material impressoTudo de Ind.Gráfica Serra Dourada Ltda.R$ 1.46628,2%

Quanto custou cada voto: vereadora, Marianópolis do Tocantins (TO), 2004

Cleide Lapeiro: R$ 32 por voto (mediana da disputa, R$ 37,1). O voto mais caro custou R$ 76; o mais barato, R$ 6,79.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Kalene PTR$ 1,1 mil · 15 votosR$ 76
  • Santo Da Manchete PTR$ 2,1 mil · 40 votosR$ 52,9
  • Valdeci MDBR$ 5,2 mil · 104 votosR$ 49,9
  • Vera MDBR$ 5,2 mil · 132 votosR$ 39,3
  • Paderinho MDBR$ 5,2 mil · 140 votosR$ 37,1
  • Ilton Coutinho MDBR$ 5,2 mil · 149 votosR$ 34,8
  • Cleide Lapeiro MDBR$ 5,2 mil · 162 votosR$ 32
  • Jota PTR$ 1,8 mil · 64 votosR$ 28
  • Valmi Da Manchete PTR$ 652 · 96 votosR$ 6,79

Votos por real

  • 2004, vereadora: 31 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.