Clécio do Armazém
Clécio Damasceno Almeida · nasceu em 1984
Clécio do Armazém disputou uma eleição, em 2020, para vereador (Mutuípe (BA)), pelo PDT: suplente.
Centro-esquerda, pelo partido
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 36 anos, superior completo, comerciário, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Clécio do Armazém declarou R$ 325,4 mil em bens, em reais de hoje: 45 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo na Bahia.
Declarou 45 vezes a mediana dos candidatos a vereador na Bahia em 2020.
- Clécio do ArmazémR$ 325,4 mil
- Mediana dos candidatosR$ 7.182
- Mediana dos eleitosR$ 90,5 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2020, Clécio do Armazém declarou ao TSE R$ 8,5 mil em receitas, em reais de hoje.
2020 · Vereador · Mutuípe (BA) · PDT · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 8.37198,3%
- Próprio bolsoR$ 1421,7%
Para onde foi
- Material impressoR$ 3.46064,1%
- OutrosR$ 1.62730,1%
- TransporteR$ 3115,8%
Quanto custou cada voto: vereador, Mutuípe (BA), 2020
Clécio Do Armazém: R$ 23,4 por voto (mediana da disputa, R$ 10). Quem venceu, Amigo, gastou R$ 4,37 por voto. O voto mais caro custou R$ 50; o mais barato, R$ 4,37.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Clécio Do Armazém. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Índio Josafá PDTR$ 14 mil · 273 votosR$ 50
- Gil PTR$ 11 mil · 286 votosR$ 38,7
- Clécio Do Armazém PDTR$ 5,4 mil · 231 votosR$ 23,4
- Igor Oliveira PTBR$ 8,6 mil · 580 votosR$ 14,8
- Fabio Do Conexão Com Deus PSCR$ 2,9 mil · 249 votosR$ 11,8
- Junior Cardoso MDBR$ 4,7 mil · 434 votosR$ 10,9
- Enfermeira Valneide Cardoso MDBR$ 3,6 mil · 356 votosR$ 10
- Didi Moco MDBR$ 4,6 mil · 545 votosR$ 8,41
- Neia Da Saúde PSDR$ 4,2 mil · 713 votosR$ 5,92
- João Carlos PTR$ 4,2 mil · 726 votosR$ 5,78
- Daniel Do Caminhão MDBR$ 3,4 mil · 663 votosR$ 5,13
- Amigo PTBR$ 4,3 mil · 978 votosR$ 4,37
Votos por real
- 2020, vereador: 43 votos por R$ 1.000, 68% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.