Clayton Andrade
Clayton Luiz de Andrade · nasceu em 1980
Clayton Andrade disputou uma eleição, em 2004, para vereador (Estiva (MG)), pelo PTB: suplente.
Centro-direita, pelo partido
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2004, suplente.
Declarou ao TSE em 2004: 24 anos, ensino médio, comerciante. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2004, Clayton Andrade declarou ao TSE R$ 16 mil em receitas, em reais de hoje.
2004 · Vereador · Estiva (MG) · PTB · suplente
De onde veio
Para onde foi
- Material impressoR$ 14,5 mil91,7%
- TransporteR$ 1.3038,3%
Quanto custou cada voto: vereador, Estiva (MG), 2004
Clayton Andrade: R$ 59,3 por voto (mediana da disputa, R$ 9,05). Quem venceu, Alemao, gastou R$ 6,08 por voto. O voto mais caro custou R$ 59,3; o mais barato, R$ 6,08.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Clayton Andrade. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Clayton Andrade PTBR$ 16 mil · 266 votosR$ 59,3
- Bilinho MDBR$ 4 mil · 432 votosR$ 9,19
- Catarina MDBR$ 2,8 mil · 306 votosR$ 9,05
- Chequinho PLR$ 5,3 mil · 591 votosR$ 8,89
- Alemao PTBR$ 2,3 mil · 375 votosR$ 6,08
Votos por real
- 2004, vereador: 17 votos por R$ 1.000, 15% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.