Claudio Piovesan
nasceu em 1964
Claudio Piovesan se candidatou em 2 eleições, de 2016 a 2020, e foi eleito em 1.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2016.
Sempre pelo PSB.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 56 anos, ensino médio, servidor público municipal, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Claudio Piovesan declarou R$ 158,1 mil em bens, em reais de hoje: 2,8 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Sul. Descontada a inflação, o total ficou praticamente igual entre 2016 e 2020.
Declarou 2,8 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2020.
- Claudio PiovesanR$ 158,1 mil
- Mediana dos candidatosR$ 57,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 206,9 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Os 8 itens declarados em 2020, do maior ao menor
- Casa de madeiraR$ 71,8 milCasa
- Terreno 434M²R$ 43,1 milTerreno
- Santana 2000MIR$ 18,7 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Conta corrente sicrediR$ 8.673Renda fixa (CDB, RDB e outros)
- Poupança sicrediR$ 7.491Renda fixa (CDB, RDB e outros)
- Aplicação sicrediR$ 3.695Renda fixa (CDB, RDB e outros)
- Fusca, ano 1982R$ 2.873Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Aplicação sicrediR$ 1.803Renda fixa (CDB, RDB e outros)
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Claudio Piovesan declarou ao TSE R$ 8,2 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 4,5 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Nova Palma (RS) · PSB · suplente
De onde veio
- Outros candidatosR$ 2.40666,3%
- Próprio bolsoR$ 70519,4%
- Fundo eleitoralR$ 52114,3%
Para onde foi
- ServiçosR$ 1.48647,8%
- Rádio, TV e vídeoR$ 92029,6%
- Material impressoR$ 70522,7%
Quanto custou cada voto: vereador, Nova Palma (RS), 2020
Claudio Piovesan: R$ 24,5 por voto (mediana da disputa, R$ 21,2). Quem venceu, Fernando Cassol, gastou R$ 12,3 por voto. O voto mais caro custou R$ 132; o mais barato, R$ 12,3.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Claudio Piovesan. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Xibão MDBR$ 4,1 mil · 31 votosR$ 132
- Evandro Camargo PSBR$ 3,1 mil · 36 votosR$ 86,4
- Marcia Mayer MDBR$ 6,9 mil · 105 votosR$ 66
- Odacir Busato PPR$ 6 mil · 146 votosR$ 41
- Claudio Piovesan PSBR$ 3,1 mil · 127 votosR$ 24,5
- Rodrigo Severo Piduca MDBR$ 8,2 mil · 346 votosR$ 23,8
- Beto Piovesan PPR$ 5,8 mil · 274 votosR$ 21,2
- Neusa Rossato MDBR$ 3,4 mil · 206 votosR$ 16,6
- Tiago Uliana PPR$ 5,3 mil · 339 votosR$ 15,5
- Professora Jucemara PPR$ 3,4 mil · 227 votosR$ 14,9
- Tiago Cocco Facco PSBR$ 3,1 mil · 230 votosR$ 13,5
- Fernando Cassol MDBR$ 4,8 mil · 388 votosR$ 12,3
Votos por real
- 2020, vereador: 41 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
- 2016, vereador: 55 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.