Apuração
Vereador · 2024 · PC do B

Marcio Brianes

Marcio Junior Brianes · nasceu em 1980

Marcio Brianes se candidatou em 5 eleições, de 2014 a 2024, e foi eleito em 1.

01

Esquerda, pelo partido

Pelo partidoPC do B−0,53← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2014PC do B2016PC do B2018PC do B2020PDT2024PC do B← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2016.

Passou por 2 partidos: PC do B (2014–2018), PDT (2020), PC do B (2024).

Dep. estadualVereadorPartidoPC do BPDTPC do B201420162018202020222024
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, suplente.

Declarou ao TSE em 2024: 44 anos, superior completo, mecânico de manutenção, cor branca. A cor declarada mudou: parda em 2014, branca em 2018. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2024
    Vereador · Sumaré (SP)
    PC do B 65555· esquerda
    suplente1.074 votos
  2. 2020
    Vereador · Sumaré (SP)
    PDT 12222· centro-esquerda
    suplente980 votos
  3. 2018
    Deputado estadual · São Paulo
    PC do B 65456· esquerda
    suplente2.708 votos; 633º mais votado de 1.959 no estado
  4. 2016
    Vereador · Sumaré (SP)
    PC do B 65555· esquerda
    eleito1.517 votos
  5. 2014
    Deputado estadual · São Paulo
    PC do B 65034· esquerda
    suplente2.595 votos; 562º mais votado de 1.878 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2018, Marcio Brianes teve 2.708 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 633º lugar entre 1.959 candidatos.

Recebeu votos em 49 cidades. Sumaré deu 88,6% deles; as 15 cidades que mais votaram, 98,2%.

2.708 votos
votos para deputado estadual em 2018
Cada quadrado é 1% de 2.708 votos.
  1. Sumaré (SP)2.398 votos88,6%
  2. Campinas (SP)84 votos3,1%
  3. Hortolândia (SP)52 votos1,9%
  4. Paulínia (SP)34 votos1,3%
  5. Nova Odessa (SP)24 votos0,9%
  6. Outras 34 cidades49 votos1,8%
As outras 1 eleições para deputado
2.595 votos
votos para deputado estadual em 2014
Cada quadrado é 1% de 2.595 votos.
  1. Sumaré (SP)2.297 votos88,5%
  2. Campinas (SP)115 votos4,4%
  3. São Paulo (SP)41 votos1,6%
  4. Paulínia (SP)31 votos1,2%
  5. Hortolândia (SP)23 votos0,9%
  6. Outras 22 cidades33 votos1,3%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2020, Marcio Brianes declarou R$ 43,1 mil em bens, em reais de hoje: 2,5 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo. Entre 2016 e 2020, o total caiu R$ 249,4 mil, já descontada a inflação.

Em 2024, não declarou nenhum bem.

Cada quadrado, R$ 10 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 43,1 mil
em bens declarados em 2020, em reais de setembro de 2026 (R$ 30.000 na declaração)

Declarou 2,5 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2020.

  • Marcio BrianesR$ 43,1 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 17,2 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 112,8 mil

Cada quadrado, R$ 5.000.

Cada quadrado é 1% de R$ 43,1 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 5 campanhas com contas prestadas, Marcio Brianes declarou ao TSE R$ 319 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2018, para deputado estadual: R$ 104 mil, 96% de dinheiro público.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 2,5 mil.
dinheiro públicodemais fontesToque numa campanha para abrir as contas dela.

2024 · Vereador · Sumaré (SP) · PC do B · suplente

De onde veio

R$ 41,2 mil
80% veio de fundos públicos; 2 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 41,2 mil.
  1. Fundo eleitoralR$ 32,8 mil79,6%
  2. PartidoR$ 6.32815,4%
  3. PessoasR$ 2.0625%

Para onde foi

R$ 33,7 mil
O maior gasto foi com material impresso: 61% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 33,7 mil.
  1. Material impressoR$ 20,7 mil61,4%
  2. PessoalR$ 10,8 mil32%
  3. ServiçosR$ 1.3123,9%
  4. Rádio, TV e vídeoR$ 4811,4%
  5. InternetR$ 4371,3%

Quanto custou cada voto: vereador, Sumaré (SP), 2024

Mediana da disputa: R$ 59,7 por voto. Quem venceu, Joel, gastou R$ 22,6 por voto. O voto mais caro custou R$ 456; o mais barato, R$ 22,6.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2024, vereador: 32 votos por R$ 1.000, 71% da mediana da disputa.
  • 2020, vereador: 30 votos por R$ 1.000, 46% da mediana da disputa.
  • 2018, deputado estadual: 26 votos por R$ 1.000, 30% da mediana da disputa.
  • 2016, vereador: 33 votos por R$ 1.000, 68% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.